Actividade do PCP

Apresentação dos primeiros candidatos da CDU aos Órgãos Municipais

Teve lugar no passado sábado, dia 6 de Maio, junto ao Mercado Municipal, a apresentação dos primeiros candidatos da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara e Assembleia Municipal de Ovar. Esta apresentação, realizada em espaço público, contou com a adesão, não apenas dos activistas da CDU, mas também de muitos ovarenses foram engrossando o número de participantes.

 A iniciativa teve a presença de Óscar Oliveira, membro da DORAV do PCP, e Tiago Vieira, membro do Comité Central e responsável pela Organização Regional de Aveiro do PCP. Juliana Silva, em representação da Comissão Coordenadora da CDU em Ovar, começou por apresentar os candidatos:


  • Carlos Jorge Silva, licenciado em administração pública e dirigente associativo, candidato à Câmara Municipal de Ovar
  • Miguel Jeri, médico, candidato à Assembleia Municipal de Ovar

Apresentação dos primeiros candidatos da CDU aos Órgãos Municipais

 Foi a uma audiência que preenchia o largo que Miguel Jeri se dirigiu, fazendo um breve resumo da intervenção da CDU ao longo do actual mandato. Enquanto deputado municipal da CDU, ressaltou a defesa intransigente dos serviços públicos, nomeadamente na área da saúde (nomeadamente pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar), da água e saneamento e da recolha de resíduos sólidos. Neste aspecto a CDU destaca-se pela sua coerência, ao contrário de PS e PSD, que têm mantido posições contraditórias ou mesmo de ataque aos serviços públicos.

 Miguel Jeri lembrou que foi por proposta do PCP que foi aprovada, na Assembleia Municipal de Ovar, uma Moção pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar, pela reabertura do Serviço de Urgências e a admissão, nos quadros, dos 30% de trabalhadores precários. Terminou ressaltando a importância do aumento do número de eleitos no Município, o que se traduziria em maior capacidade de trabalho da CDU em prol dos interesses dos ovarenses.

 Na sua intervenção, Carlos Jorge Silva, primeiro candidato pela CDU à Câmara Municipal de Ovar, referiu a total disponibilidade para assegurar a governação do Município de Ovar, assim os eleitores o entendam. Ou seja, a CDU vai a votos para disputar a Presidência da Câmara com as outras forças políticas. “Estamos prontos para governar” – disse o candidato da CDU.

Como pontos distintivos do que será a governação da CDU – a exemplo do que já é prática nos 34 municípios onde tem a maioria – Carlos Jorge apontou:

  • i) a mudança no funcionamento da Câmara Municipal, garantindo que “não haverá nomeações baseadas na cor do cartão partidário, mas antes nas qualificações e competências”;
  • ii) a elaboração de um Plano Estratégico do Município de Ovar, para que os investimentos a realizar tenham em conta o que se pretende para o futuro (“o que se quer para Ovar nos próximos 25 anos?”) e não sejam realizados de forma casuística;
  • iii) a luta pela reposição das freguesias de Arada, S. João e S. Vicente Pereira Jusã, devolvendo aos cidadãos as “suas freguesias” e
  • iv) a defesa dos serviços públicos, os quais “não podem ser um negócio”, nomeadamente a reversão da concessão do abastecimento de água e da gestão das redes de saneamento à ADRA, o aumento dos postos de atendimento dos CTT, assim como o Hospital de Ovar.

A finalizar, Carlos Jorge Silva sublinhou que, no próximo dia 1 de Outubro, nas eleições autárquicas, vão ser eleitas as Assembleias de Freguesia, a Assembleia Municipal e o Executivo da Câmara Municipal. Deste modo, quem quiser transformá-las na mera escolha do Presidente da Câmara está equivocado: vão ser eleitos 9 ou 7 vereadores para a Câmara Municipal (consoante o número de recenseados no Município). “Ter ou não a maioria absoluta neste órgão colegial faz toda a diferença” na definição das políticas. Por isso é muito importante a CDU eleger vereadores na Câmara Municipal para poder influenciar as tomadas de decisão e melhor defender os ovarenses.

Apresentação dos primeiros candidatos da CDU aos Órgãos Municipais


Notas Biográficas

Carlos Jorge Silva, candidato da CDU à Câmara Municipal de Ovar

Carlos Jorge Azevedo Silva, 59 anos

Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Ovar

Licenciado em Administração Pública, com o menor em Ordenamento do Território e Urbanismo.

Mestre em Planeamento Regional e Urbano, ambas as formações obtidas na Universidade de Aveiro.

Doutorando em Políticas Públicas na mesma universidade.

Investigador no Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro, especialista em demografia e avaliação de políticas públicas. Entre outras publicações científicas, é coautor do livro “A Demografia e o País – previsões cristalinas sem bola de cristal”, editado em 2015, pela Gradiva.

Dirigente mutualista, exerce atualmente funções executivas como presidente da direção de uma instituição, no Porto.

Integra a Comissão Concelhia de Ovar do PCP e o seu Executivo.

Foi membro da Assembleia Municipal de Gaia e da Assembleia de Freguesia de Santa Marinha entre 2001 e 2009. Desde 2013 que representou por diversas vezes o PCP na Assembleia Municipal de Ovar.



Miguel Jeri, primeiro candidato da CDU à Assembleia Municipal de Ovar

Miguel Luciano Jeri Correia de Sá, 30 anos

Primeiro Candidato à Assembleia Municipal de Ovar

Médico, a realizar a especialidade em Medicina Geral e Familiar.

Formação Académica: Mestrado Integrado em Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto (ICBAS).

Membro da Direcção do Sindicato de Médicos do Norte - FNAM.

No plano associativo foi presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Estudantes nda Escola Secundária José Macedo Fragateiro. Foi membro da Direcção da Associação de Estudantes do ICBAS. É vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral da Universidade Popular do Porto. É membro do Conselho Português de Paz e Cooperação. Foi organizador do projeto humanitário "Portugal-Mongólia" junto da Cruz Vermelha da Mongólia, com angariação de material médico e período de voluntariado neste país entre Agosto e Novembro de 2016.

Membro da Comissão Concelhia de Ovar do PCP desde 2004, integrando o seu Executivo. Membro da Direcção Regional de Aveiro do PCP desde 2014.

É eleito na Assembleia Municipal de Ovar pela CDU - Coligação Democrática Unitária desde 2013.

Teve lugar no passado sábado, dia 6 de Maio, junto ao Mercado Municipal, a apresentação dos primeiros candidatos da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara e Assembleia Municipal de Ovar. Esta apresentação, realizada em espaço público, contou com a adesão, não apenas dos activistas da CDU, mas também de muitos ovarenses foram engrossando o número de participantes. 

A iniciativa teve a presença de Óscar Oliveira, membro da DORAV do PCP, e Tiago Vieira, membro do Comité Central e responsável pela Organização Regional de Aveiro do PCP. Juliana Silva, em representação da Comissão Coordenadora da CDU em Ovar, começou por apresentar os candidatos:

Carlos Jorge Silva, licenciado em administração pública e dirigente associativo, candidato à Câmara Municipal de Ovar
Miguel Jeri, médico, candidato à Assembleia Municipal de Ovar

Foi a uma audiência que preenchia o largo que Miguel Jeri se dirigiu, fazendo um breve resumo da intervenção da CDU ao longo do actual mandato. Enquanto deputado municipal da CDU, ressaltou a defesa intransigente dos serviços públicos, nomeadamente na área da saúde (nomeadamente pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar), da água e saneamento e da recolha de resíduos sólidos. Neste aspecto a CDU destaca-se pela sua coerência, ao contrário de PS e PSD, que têm mantido posições contraditórias ou mesmo de ataque aos serviços públicos.

Miguel Jeri lembrou que foi por proposta do PCP que foi aprovada, na Assembleia Municipal de Ovar, uma Moção pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar, pela reabertura do Serviço de Urgências e a admissão, nos quadros, dos 30% de trabalhadores precários. Terminou ressaltando a importância do aumento do número de eleitos no Município, o que se traduziria em maior capacidade de trabalho da CDU em prol dos interesses dos ovarenses.

Na sua intervenção, Carlos Jorge Silva, primeiro candidato pela CDU à Câmara Municipal de Ovar, referiu a total disponibilidade para assegurar a governação do Município de Ovar, assim os eleitores o entendam. Ou seja, a CDU vai a votos para disputar a Presidência da Câmara com as outras forças políticas. “Estamos prontos para governar” – disse o candidato da CDU.

Como pontos distintivos do que será a governação da CDU – a exemplo do que já é prática nos 34 municípios onde tem a maioria – Carlos Jorge apontou: 
  • i) a mudança no funcionamento da Câmara Municipal, garantindo que “não haverá nomeações baseadas na cor do cartão partidário, mas antes nas qualificações e competências”;
  • ii) a elaboração de um Plano Estratégico do Município de Ovar, para que os investimentos a realizar tenham em conta o que se pretende para o futuro (“o que se quer para Ovar nos próximos 25 anos?”) e não sejam realizados de forma casuística;
  • iii) a luta pela reposição das freguesias de Arada, S. João e S. Vicente Pereira Jusã, devolvendo aos cidadãos as “suas freguesias” e
  • iv) a defesa dos serviços públicos, os quais “não podem ser um negócio”, nomeadamente a reversão da concessão do abastecimento de água e da gestão das redes de saneamento à ADRA, o aumento dos postos de atendimento dos CTT, assim como o Hospital de Ovar.

A finalizar, Carlos Jorge Silva sublinhou que, no próximo dia 1 de Outubro, nas eleições autárquicas, vão ser eleitas as Assembleias de Freguesia, a Assembleia Municipal e o Executivo da Câmara Municipal. Deste modo, quem quiser transformá-las na mera escolha do Presidente da Câmara está equivocado: vão ser eleitos 9 ou 7 vereadores para a Câmara Municipal (consoante o número de recenseados no Município). “Ter ou não a maioria absoluta neste órgão colegial faz toda a diferença” na definição das políticas. Por isso é muito importante a CDU eleger vereadores na Câmara Municipal para poder influenciar as tomadas de decisão e melhor defender os ovarenses.

Teve lugar no passado sábado, dia 6 de Maio, junto ao Mercado Municipal, a apresentação dos primeiros candidatos da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara e Assembleia Municipal de Ovar. Esta apresentação, realizada em espaço público, contou com a adesão, não apenas dos activistas da CDU, mas também de muitos ovarenses foram engrossando o número de participantes.


A iniciativa teve a presença de Óscar Oliveira, membro da DORAV do PCP, e Tiago Vieira, membro do Comité Central e responsável pela Organização Regional de Aveiro do PCP. Juliana Silva, em representação da Comissão Coordenadora da CDU em Ovar, começou por apresentar os candidatos:


Carlos Jorge Silva, licenciado em administração pública e dirigente associativo, candidato à Câmara Municipal de Ovar

Miguel Jeri, médico, candidato à Assembleia Municipal de Ovar


Foi a uma audiência que preenchia o largo que Miguel Jeri se dirigiu, fazendo um breve resumo da intervenção da CDU ao longo do actual mandato. Enquanto deputado municipal da CDU, ressaltou a defesa intransigente dos serviços públicos, nomeadamente na área da saúde (nomeadamente pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar), da água e saneamento e da recolha de resíduos sólidos. Neste aspecto a CDU destaca-se pela sua coerência, ao contrário de PS e PSD, que têm mantido posições contraditórias ou mesmo de ataque aos serviços públicos.


Miguel Jeri lembrou que foi por proposta do PCP que foi aprovada, na Assembleia Municipal de Ovar, uma Moção pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar, pela reabertura do Serviço de Urgências e a admissão, nos quadros, dos 30% de trabalhadores precários. Terminou ressaltando a importância do aumento do número de eleitos no Município, o que se traduziria em maior capacidade de trabalho da CDU em prol dos interesses dos ovarenses.


Na sua intervenção, Carlos Jorge Silva, primeiro candidato pela CDU à Câmara Municipal de Ovar, referiu a total disponibilidade para assegurar a governação do Município de Ovar, assim os eleitores o entendam. Ou seja, a CDU vai a votos para disputar a Presidência da Câmara com as outras forças políticas. “Estamos prontos para governar” – disse o candidato da CDU.


Como pontos distintivos do que será a governação da CDU – a exemplo do que já é prática nos 34 municípios onde tem a maioria – Carlos Jorge apontou:

i) a mudança no funcionamento da Câmara Municipal, garantindo que “não haverá nomeações baseadas na cor do cartão partidário, mas antes nas qualificações e competências”;

ii) a elaboração de um Plano Estratégico do Município de Ovar, para que os investimentos a realizar tenham em conta o que se pretende para o futuro (“o que se quer para Ovar nos próximos 25 anos?”) e não sejam realizados de forma casuística;

iii) a luta pela reposição das freguesias de Arada, S. João e S. Vicente Pereira Jusã, devolvendo aos cidadãos as “suas freguesias” e

iv) a defesa dos serviços públicos, os quais “não podem ser um negócio”, nomeadamente a reversão da concessão do abastecimento de água e da gestão das redes de saneamento à ADRA, o aumento dos postos de atendimento dos CTT, assim como o Hospital de Ovar.


A finalizar, Carlos Jorge Silva sublinhou que, no próximo dia 1 de Outubro, nas eleições autárquicas, vão ser eleitas as Assembleias de Freguesia, a Assembleia Municipal e o Executivo da Câmara Municipal. Deste modo, quem quiser transformá-las na mera escolha do Presidente da Câmara está equivocado: vão ser eleitos 9 ou 7 vereadores para a Câmara Municipal (consoante o número de recenseados no Município). “Ter ou não a maioria absoluta neste órgão colegial faz toda a diferença” na definição das políticas. Por isso é muito importante a CDU eleger vereadores na Câmara Municipal para poder influenciar as tomadas de decisão e melhor defender os ovarenses.

Na última jornada de distribuição do Boletim Informativo, os comunistas tiveram oportunidade de contactar com moradores da Habitovar e do Conjunto Habitacional do Alto Saboga (CHAS). Neste último, ouviu queixas de que a Câmara Municipal deveria dar mais e maior atenção a esta comunidade no Alto Saboga.

Os habitantes do CHAS informaram que, apesar da presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Ovar, em Julho de 2015, neste conjunto habitacional, não houve qualquer resolução dos problemas colocados na altura. Porque estes problemas ainda estão por resolver, o PCP tomou a devida nota e apresentará as carências desta comunidade ao executivo camarário, exigindo pronta resolução.

As necessidades levantadas, a merecer tratamento urgente, foram as seguintes:

1. As coberturas do CHAS são compostas por telhas de fibrocimento. Tendo sido diagnosticados diversos casos de cancro em moradores - e conhecendo-se a sua possível relação com a exposição ao amianto -, o PCP questiona: para quando a substituição destas coberturas?

2. Em 1993, a Câmara Municipal de Ovar prometeu aos moradores do CHAS a criação de um equipamento desportivo junto ao bairro. Para quando a execução de uma promessa com mais de 20 anos?

3. O piso dos arruamentos, especialmente na zona das garagens, encontra-se muito degradado. Para quando a sua requalificação?

4. As marcações das vias rodoviárias junto ao complexo habitacional, nomeadamente das passadeiras para peões, estão quase invisíveis. Para quando nova marcação?

Através do competente requerimento, estas questões serão, muito em breve, colocadas pelo PCP ao actual Executivo Camarário.

CHAS

CHAS



CHAS

CHAS

A Comissão Concelhia de Ovar do PCP editou uma nova versão do seu Boletim Informativo, com informação variada da atividade do PCP no concelho de Ovar.

Como tem sido habitual, a distribuição do Boletim tem sido feita pelos próprios militantes, em muitas acções ao longo de várias semanas. Nestas iniciativas os militantes aproveitam para contactar as populações, identificando e ouvindo os seus problemas, estudando eventualmente soluções.

O documento além de dar conta do trabalho desenvolvido pelo PCP, levanta uma série de problemas que têm afectado a população. Assim, são abordados temas como:

  • A necessidade de requalificação das estações e apeadeiros do concelho; 
  • A defesa do Hospital de Ovar, e a moção apresentada pelo PCP na Assembleia Municipal neste sentido;
  • Os distúrbios no serviço público de correios; 
  • A luta por melhor habitação junto dos moradores do Bairro do SAAL em Cortegaça
  • A luta pela melhoria da EN327 em São João de Ovar
  • A realidade da luta dos trabalhadores da Sorgal por melhores condições de salariais.
A última distribuição lugar no sábado, no Mercado Municipal de Ovar e em Esmoriz. Continuará nas próximas semanas, levada a cabo pelos militantes das várias freguesias do concelho, sempre numa perspectiva de trabalho em proximidade e prestação de contas à população. Pela melhoria das condições de vida do povo e por uma vida melhor!

Boletim Informativo - Mercado Municipal de Ovar

Boletim Informativo - Mercado Municipal de Ovar


Ausência de passeios na EN109

Dando continuidade à luta encetada pela segurança da população na EN109, na Ponte Nova, o PCP está a levar a cabo mais uma acção de reivindicação. A Ponte Nova, entre outras localidades do nosso concelho, é atravessada pela EN109, cuja afluência tem sido intensificada desde a introdução de portagens na A29, gerando imensos constrangimentos e riscos para a população, agravados pela inexistência de sinalética, passadeiras e passeios para os peões.

A situação é ainda mais preocupante se se tiver em conta que todos os dias dezenas de crianças e jovens têm de a atravessar para a Escola Básica António Dias Simões e a Escola José Macedo Fragateiro.

Recorde-se que a Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP entregou recentemente uma petição na Assembleia Municipal exigindo passeios e passadeiras na Ponte Nova de modo a garantir condições segurança para os peões, tendo sido posteriormente reencaminhada para a empresa estatal “Infraestruturas de Portugal”. Entretanto, o PCP soube que não se prevê qualquer tipo de requalificação para esta via.

Dados os acidentes ocorridos com peões na EN109, alguns dos quais mortais, e as más condições de segurança neste troço rodoviário, não havendo também, por parte das entidades competentes sinais que demonstrem vontade de mudança, cabe à população unir-se e lutar para garantir a sua segurança e melhorar as suas condições de vida.

Cruzamento com a Rua dos Fragateiros

Como é habitual o PCP estará do lado das justas reivindicações e por este motivo afixou na via pública placas alusivas ao problema, com o fim de congregar a comunidade da Ponte Nova em torno desta questão, de modo a pressionar a “Infraestruturas de Portugal” para a gravidade e urgência na concretização de soluções.

O PCP informa que existem algumas melhorias que dependem, exclusivamente, da sensibilidade das autoridades para esta matéria, nomeadamente a implementação de uma passadeira, sendo o caso mais flagrante na confluência da Rua dos Fragateiros com a EN109, fundamental para a circulação em segurança de crianças para o lado poente da Ponte Nova, onde se encontra a Escola Básica.

Paralelamente, salienta-se que as portagens na A29 são parte da origem do problema, salientando que em Março de 2016 o deputado municipal do PCP, Carlos Jorge Silva, propôs uma moção contra as portagens na A29, que foi aprovada por maioria apesar da abstenção do PSD. Já na Assembleia da República, o PCP apresentou um Projecto de Recomendação pela eliminação das mesmas portagens, que aguarda agendamento, sendo no entanto de salientar que o PS, PSD e CDS têm votado contra iniciativas neste sentido.

Sempre atentos à melhoria das condições das populações, os comunistas continuarão a desenvolver acções que possam conduzir à solução deste problema.

Ausência de passeios na EN109

Para o PCP, o nosso Município tem de ser visto como um todo coerente e harmonioso. É por isso que não se pode aceitar que, bem dentro da malha urbana da cidade de Ovar, existam cidadãos de primeira e de segunda.

Tal é o caso dos cerca de centena e meia de moradores do Bairro de S. José. Verdadeiramente “esquecidos”. É preciso reabilitar o espaço comum do Bairro, tornando-o um lugar aprazível para os habitantes, e dotá-lo de um parque infantil, sem esquecer outras infraestruturas importantes, como o gás canalizado.

Mas, sobretudo há muito que a população reclama a construção de um passeio no troço da Rua Tenente Coronel Camossa em direcção à escola da Oliveirinha, bem como das passadeiras necessárias. Não é admissível que, diariamente, um número significativo de crianças faça este percurso sem quaisquer infraestruturas que garantam a sua segurança.

Uma delegação do PCP, de visita ao bairro, pode ouvir os pedidos dos moradores para que se melhorassem os seus níveis de segurança na circulação pedonal, comprometendo-se este Partido a insistir junto da Câmara Municipal para que mobilize os meios necessários para a realização destes obra, bem como encetar os contactos necessários para o que gás natural possa ser uma realidade.

Dando continuidade aos encontros promovidos com as instituições e colectividades locais, a Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP reuniu com a Associação Recreativa e Cultural da Ponte Nova (ARCPN), em Março, na sede da colectividade, com o objectivo de melhor conhecer a sua história, orgânica, dinâmica, motivações, apreensões e vontades.

ARCPN

A Comissão foi gentilmente recebida por membros da Direcção, o seu Presidente Jorge Brás e Secretária Patrícia Soares, que aproveitaram a ocasião para apresentarem o caminho que a colectividade tem percorrido nos últimos anos, do qual se destaca a recuperação da Associação da condição de quase extinta.


Não obstante, a colectividade encontra-se em franca recuperação, através de um forte espírito de colectivo, em que a mulher tem tido um papel de destaque, tanto em tarefas executivas como directivas, mantendo as actividades com maior tradição na colectividade como é o caso do Ténis de Mesa, modalidade que acolhe juventude e motivou a organização de um torneio de grande envergadura na Arena DOLCE VITA. Mas outras actividades dão vida à colectividade, são o caso do snooker, dos torneios de sueca, das caminhadas, convívios e jantares de angariação de fundos, importantes para a requalificação das suas infra-estruturas que tem avançado de forma célere.


Por outro lado o PCP explicou qual a sua visão para as colectividades, reconhecendo-as como espaço ímpar de debate, de exercício de democracia e de acesso universal ao desporto, cultura e lazer.


Estes valores estão expressos nas conclusões do XX Congresso do PCP, documento entregue à Direcção da ARCPN pela delegação comunista, que agradeceu a cordialidade e abertura com que foi recebida, apresentando a sua disponibilidade para, em sede própria, defender os seus interesses.


Ovar, 29 de Março de 2017

A Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP

Jantar Aniversário 96 Anos de Luta

PCP reúne com Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai

Reconhecendo o PCP uma importância fulcral às instituições locais, ao associativismo e ao seu papel no apoio à cultura, desporto e outras actividades nas comunidades locais, a Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP reuniu com o Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai, no passado dia 6 de Fevereiro.

Assim, uma delegação do PCP foi recebida pelo presidente da associação Sérgio Rodrigues que apresentou as valências e actividades da Instituição, bem como as necessidades e constrangimentos do trabalho diário característico das colectividades, nomeadamente os parcos apoios financeiros pela autarquia local, indispensáveis para algumas obras absolutamente indispensáveis para a prossecução da sua actividade. Convém lembrar que esta associação, associada da Confederação Portuguesa das Colectividades, conta com cerca de 500 associados e desenvolve a sua acção no campo desportivo e cultural, com especial relevo para o atletismo, apresentando um historial de grande sucesso nas diferentes categorias da modalidade.

No campo cultural desenvolve actividades como o teatro, encenando algumas peças com regularidade. O rancho folclórico, amplamente reconhecido, tem realizado muitas actuações, no país e no estrangeiro. Possui ainda um museu, pertencente à rede museológica nacional, com inúmeros objectos e referências à cultura local e um parque de lazer que pode ser usufruído pela população. Foi possível também perceber as aspirações da Associação, de crescimento consistente, nomeadamente com a construção da biblioteca, para poder servir a população, dada a riqueza do espólio literário que possui, e também do campo de futebol sintético, beneficiando deste modo a associação e a comunidade.

A Comissão de Freguesia de São João de Ovar, aproveitou o encontro para oferecer a Resolução Política que estabelece a estratégia do partido para os próximos quatro anos, aprovada no XX Congresso do PCP. Foi um gesto com significado, dado o documento definir a orientação do PCP para as mais variadas matérias no quadro nacional e internacional, tocando também no Movimento Associativo Popular.  

O PCP agradece ao Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai a cordialidade com que foi recebido e disponibiliza-se, como sempre, a desenvolver todos os esforços para garantir os justos apoios a nível local. Compromete-se ainda a lutar por uma verdadeira política nacional de valorização do movimento associativo popular, reconhecendo o seu papel na melhoria da qualidade vida das populações e na democratização da cultura e do desporto.

Sobre as notícias vindas a público, pela reabertura do Serviço de urgência Básico (SUB) no Hospital de Ovar, o PCP manifesta o seu apoio inequívoco a uma causa que sempre defendeu, e que subitamente obteve o apoio de outras forças políticas, salientando:

Sobre a Reabertura das Urgências do Hospital de Ovar

1. Desde a primeira hora que o PCP se manifestou contra o esvaziamento de valências do Hospital de Ovar, que se traduziu no encerramento da urgência pediátrica e, pouco tempo depois, pela urgência geral, levadas a cabo em 2007 pelo governo PS/Sócrates, então com maioria absoluta.

2. A valorização e defesa do Hospital de Ovar, no contexto de defesa do SNS e do direito constitucional à saúde para todos, tem sido algo que o PCP, ao contrário do PS e PSD, tem defendido coerentemente a nível local, regional e nacional. Uma coerência que se manteve ao longo do tempo, sem contradições de qualquer espécie e nunca ao sabor deste ou aquele governo ou de períodos pré ou pós-eleitorais.

3. O PCP valoriza e deixa claro que apoia, como sempre apoiou, toda a luta que se venha a desenvolver pela reposição dos serviços encerrados, nomeadamente as urgências, sempre em contacto com as populações, os utentes e os profissionais do SNS.

4. Neste contexto, não se pode deixar de recordar que foi precisamente o PCP o partido que se demarcou do protocolo assinado pela Câmara Municipal, então de executivo socialista, que a troco de algumas contrapartidas permitiu o encerramento definitivo das urgências do Hospital de Ovar, contra a vontade da esmagadora maioria da população e apesar desta nos meses anteriores se ter mobilizado em massa contra mais este encerramento.

5. Não pode, de igual forma, deixar de recordar que o PSD, ainda na última campanha eleitoral para as legislativas, afirmava preto no branco a sua intenção de privatizar mais hospitais para as Misericórdias, pouco tempo após a tentativa fracassada de transferência do Hospital de Ovar neste esquema, corroborando que a defesa do SNS nunca foi prioridade para este partido.

6. Do ponto de vista da necessidade das urgências para a população o PCP recorda o já afirmado há 9 anos atrás:

6.1. O próprio relatório técnico que sustentou os encerramentos reconhecia que Ovar tinha todas as condições para manter o seu serviço de urgência (casuística, população abrangida, equipamentos etc.) com excepção da proximidade ao Hospital da Feira, atendendo mais de uma centena de casos por dia;

6.2. O mesmo relatório reconhecia igualmente a necessidade de um serviço de urgência suplementar para áreas populacionais superiores a 200 000 habitantes, e considerava, numa das suas múltiplas contradições, que o Hospital da Feira servia, à data uma população imensa, de 330 000 habitantes, número que será neste momento superior;

6.3. O Hospital de Feira é manifestamente insuficiente para atender todos os casos urgentes de uma área enorme, criando tempos de espera que chegam a ultrapassar as 12h, que mais do que apenas incómodo, são passíveis de gerar situações potencialmente fatais para os utentes;

6.4. A distância e a falta de transportes regulares é mais um factor de dificuldade de acesso às urgências do Hospital da Feira, especialmente para a população mais idosa do concelho;

6.5. O Hospital de Ovar, que integra um serviço de medicina interna, dispõe do equipamento laboratorial e imagiológico necessário para o funcionamento de SUB que possa atender a maioria dos casos urgentes, enviando os casos urgentes mais diferenciados ao Hospital da Feira.

7. A defesa do SNS é uma luta colectiva. O PCP apela à mobilização dos utentes e profissionais, integrando todas as lutas no contexto da valorização dos serviços públicos de saúde: defendendo a reposição do serviço de urgência, defendendo investimento nas infraestruturas hospitalares e dos Centros de Saúde, combatendo políticas economicistas no financiamento dos serviços e combatendo a precarização dos profissionais de saúde, num momento em que grande parte dos profissionais do Hospital de Ovar se encontram em situação precária.


Mais informações:

CDU demarca-se da assinatura do protocolo sobre as Urgências do Hospital de Ovar

CDU condena encerramento da Pediatria do Hospital de Ovar


Em Ovar podes adquirir a tua EP no Centro de Trabalho na Praça da República nº7 (junto à Câmara Municipal) de 2ª a 6ª feira das 21H às 23H e aos Sábados das 10H às 12H30.
Contactos: 934388177 | 918727447 | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Horário Vendas EP's 2016

Basta de Submissão

Militantes do PCP prosseguiram a distribuição do documento “Basta de Submissão à União Europeia e ao Euro” desta vez na Valmet. Este documento transmite aos trabalhadores e ao povo que da iniciativa do PCP e da sua luta podem resultar proveitos.

Este testemunho endereçado aos trabalhadores da Valmet, demonstra que com a iniciativa decisiva do PCP, abriu-se uma nova fase na vida política do país, com limitações inerentes a um governo PS, mas também com as possibilidades que o contributo do PCP criou para dar resposta aos problemas e aspirações mais imediatas.

Entre outras medidas esta solução governativa, permitiu a eliminação da sobretaxa do IRS sobre trabalhadores em geral, aumento do salário mínimo nacional, o aumento do abono de família, aumento do complemento solidário do idoso e do rendimento de inserção social, não menosprezando a redução das taxas moderadoras.

Por proposta do PCP o orçamento de estado de 2016 consagrou ainda, entre outras, as seguintes matérias: Manuais escolares gratuitos para o 1º ano escolar já a partir de Setembro, apoio extraordinário aos desempregados de longa duração, redução da taxa máxima do IMI, desagravando o seu valor em 10% e interdição do aumento da taxa máxima e mínima das propinas.

Num compromisso inabalável com os trabalhadores e o povo, o PCP pretende criar um Plano Nacional de Combate à Precariedade Laboral, combater a desregulação do horário de trabalho, repor o princípio do tratamento mais favorável do trabalhador e eliminação da caducidade dos contractos colectivos de trabalho, consagrar as 35 horas como duração semanal de trabalho para todos os trabalhadores, subir do Salário Mínimo Nacional para 600 Euros e aumentar de forma extraordinária as pensões de reforma.

Esta é apenas a expressão possível no quadro da actual correlação de forças na Assembleia da República, de uma política patriótica e de esquerda que o PCP almeja para o país, o povo e os trabalhadores. No entanto, esta política do PCP inclui objectivos muito mais ambiciosos, quanto à produção nacional, pois mais produção significa mais emprego, mais desenvolvimento, mais riqueza, menos dependência. É evidente que só produzindo mais se pode dever menos.