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Pela segurança da população na EN109, na Ponte Nova PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão de Freguesia de S. João de Ovar do PCP   
Sábado, 22 Abril 2017 20:03

Ausência de passeios na EN109

Dando continuidade à luta encetada pela segurança da população na EN109, na Ponte Nova, o PCP está a levar a cabo mais uma acção de reivindicação. A Ponte Nova, entre outras localidades do nosso concelho, é atravessada pela EN109, cuja afluência tem sido intensificada desde a introdução de portagens na A29, gerando imensos constrangimentos e riscos para a população, agravados pela inexistência de sinalética, passadeiras e passeios para os peões.

A situação é ainda mais preocupante se se tiver em conta que todos os dias dezenas de crianças e jovens têm de a atravessar para a Escola Básica António Dias Simões e a Escola José Macedo Fragateiro.

Recorde-se que a Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP entregou recentemente uma petição na Assembleia Municipal exigindo passeios e passadeiras na Ponte Nova de modo a garantir condições segurança para os peões, tendo sido posteriormente reencaminhada para a empresa estatal “Infraestruturas de Portugal”. Entretanto, o PCP soube que não se prevê qualquer tipo de requalificação para esta via.

Dados os acidentes ocorridos com peões na EN109, alguns dos quais mortais, e as más condições de segurança neste troço rodoviário, não havendo também, por parte das entidades competentes sinais que demonstrem vontade de mudança, cabe à população unir-se e lutar para garantir a sua segurança e melhorar as suas condições de vida.

Cruzamento com a Rua dos Fragateiros

Como é habitual o PCP estará do lado das justas reivindicações e por este motivo afixou na via pública placas alusivas ao problema, com o fim de congregar a comunidade da Ponte Nova em torno desta questão, de modo a pressionar a “Infraestruturas de Portugal” para a gravidade e urgência na concretização de soluções.

O PCP informa que existem algumas melhorias que dependem, exclusivamente, da sensibilidade das autoridades para esta matéria, nomeadamente a implementação de uma passadeira, sendo o caso mais flagrante na confluência da Rua dos Fragateiros com a EN109, fundamental para a circulação em segurança de crianças para o lado poente da Ponte Nova, onde se encontra a Escola Básica.

Paralelamente, salienta-se que as portagens na A29 são parte da origem do problema, salientando que em Março de 2016 o deputado municipal do PCP, Carlos Jorge Silva, propôs uma moção contra as portagens na A29, que foi aprovada por maioria apesar da abstenção do PSD. Já na Assembleia da República, o PCP apresentou um Projecto de Recomendação pela eliminação das mesmas portagens, que aguarda agendamento, sendo no entanto de salientar que o PS, PSD e CDS têm votado contra iniciativas neste sentido.

Sempre atentos à melhoria das condições das populações, os comunistas continuarão a desenvolver acções que possam conduzir à solução deste problema.

Ausência de passeios na EN109

 
Ovar esquecido no Bairro de S. José PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 13 Abril 2017 22:31

Para o PCP, o nosso Município tem de ser visto como um todo coerente e harmonioso. É por isso que não se pode aceitar que, bem dentro da malha urbana da cidade de Ovar, existam cidadãos de primeira e de segunda.

Tal é o caso dos cerca de centena e meia de moradores do Bairro de S. José. Verdadeiramente “esquecidos”. É preciso reabilitar o espaço comum do Bairro, tornando-o um lugar aprazível para os habitantes, e dotá-lo de um parque infantil, sem esquecer outras infraestruturas importantes, como o gás canalizado.

Mas, sobretudo há muito que a população reclama a construção de um passeio no troço da Rua Tenente Coronel Camossa em direcção à escola da Oliveirinha, bem como das passadeiras necessárias. Não é admissível que, diariamente, um número significativo de crianças faça este percurso sem quaisquer infraestruturas que garantam a sua segurança.

Uma delegação do PCP, de visita ao bairro, pode ouvir os pedidos dos moradores para que se melhorassem os seus níveis de segurança na circulação pedonal, comprometendo-se este Partido a insistir junto da Câmara Municipal para que mobilize os meios necessários para a realização destes obra, bem como encetar os contactos necessários para o que gás natural possa ser uma realidade.

 
Reunião com a Associação Recreativa e Cultural da Ponte Nova PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 29 Março 2017 23:21

Dando continuidade aos encontros promovidos com as instituições e colectividades locais, a Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP reuniu com a Associação Recreativa e Cultural da Ponte Nova (ARCPN), em Março, na sede da colectividade, com o objectivo de melhor conhecer a sua história, orgânica, dinâmica, motivações, apreensões e vontades.

ARCPN

A Comissão foi gentilmente recebida por membros da Direcção, o seu Presidente Jorge Brás e Secretária Patrícia Soares, que aproveitaram a ocasião para apresentarem o caminho que a colectividade tem percorrido nos últimos anos, do qual se destaca a recuperação da Associação da condição de quase extinta.


Não obstante, a colectividade encontra-se em franca recuperação, através de um forte espírito de colectivo, em que a mulher tem tido um papel de destaque, tanto em tarefas executivas como directivas, mantendo as actividades com maior tradição na colectividade como é o caso do Ténis de Mesa, modalidade que acolhe juventude e motivou a organização de um torneio de grande envergadura na Arena DOLCE VITA. Mas outras actividades dão vida à colectividade, são o caso do snooker, dos torneios de sueca, das caminhadas, convívios e jantares de angariação de fundos, importantes para a requalificação das suas infra-estruturas que tem avançado de forma célere.


Por outro lado o PCP explicou qual a sua visão para as colectividades, reconhecendo-as como espaço ímpar de debate, de exercício de democracia e de acesso universal ao desporto, cultura e lazer.


Estes valores estão expressos nas conclusões do XX Congresso do PCP, documento entregue à Direcção da ARCPN pela delegação comunista, que agradeceu a cordialidade e abertura com que foi recebida, apresentando a sua disponibilidade para, em sede própria, defender os seus interesses.


Ovar, 29 de Março de 2017

A Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP

 
Jantar de Aniversário - 96 Anos de Luta PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 09 Março 2017 23:56

Jantar Aniversário 96 Anos de Luta

 
PCP defende investimentos nas estações e apeadeiros do concelho PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 02 Março 2017 21:55

Estação da CP em Ovar

A linha do Norte é uma infra-estrutura fundamental quer para a mobilidade das populações, quer como factor de desenvolvimento do tecido económico do município. É por isto que há anos que o PCP tem defendido a requalificação das estações e apeadeiros, abandonadas por sucessivos governos do PSD e do PS, num concelho em que diariamente milhares de trabalhadores e estudantes utilizam o comboio como meio de transporte e que deve ser estimulado para uma mobilidade mais sustentável do ponto de vista ambiental.

Carlos Jorge Silva, deputado municipal do PCPDe facto há muito tempo que os utentes vêm acumulando queixas sobre as condições das estações e apeadeiros, precárias e incómodas para os passageiros, especialmente idosos e cidadãos com deficiência. São ainda mais preocupantes as questões de segurança, pela inexistência de atravessamentos desnivelados das linhas, que já causaram atropelamentos mortais, pela diminuta plataforma central de passageiros que expõem os seus utilizadores a situações de grande risco sobretudo quando passam comboios de mercadorias e passageiros a alta velocidade expondo-os a enormes deslocações de ar.

Assim, e tendo em conta que o governo continua sem manifestar qualquer intenção de intervenção a curto prazo, o PCP apresentou uma moção na Assembleia Municipal, aprovada por unanimidade, forçando o governo a:


  1. Interpelar os responsáveis da Infraestruturas de Portugal, pela resolução dos problemas sentidos com tanta acuidade pelos utilizadores das estações ferroviárias de Ovar e de Esmoriz e nos apeadeiros de Cortegaça, Carvalheira-Maceda e Válega;
  2. Proceder ao reforço orçamental para que realize compulsoriamente a necessária e urgente reabilitação.

Paralelamente, o PCP está a desenvolver uma campanha junto dos utentes, prestando contas do seu trabalho e apelando à organização destes em defesa dos direitos de mobilidade. Neste quadro esteve presente em Ovar a deputada comunista na Assembleia da República Diana Ferreira.

PCP defende investimentos nas estações e apeadeiros do concelho

 
PCP reúne com o Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão de Freguesia de S. João de Ovar do PCP   
Domingo, 19 Fevereiro 2017 20:39

PCP reúne com Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai

Reconhecendo o PCP uma importância fulcral às instituições locais, ao associativismo e ao seu papel no apoio à cultura, desporto e outras actividades nas comunidades locais, a Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP reuniu com o Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai, no passado dia 6 de Fevereiro.

Assim, uma delegação do PCP foi recebida pelo presidente da associação Sérgio Rodrigues que apresentou as valências e actividades da Instituição, bem como as necessidades e constrangimentos do trabalho diário característico das colectividades, nomeadamente os parcos apoios financeiros pela autarquia local, indispensáveis para algumas obras absolutamente indispensáveis para a prossecução da sua actividade. Convém lembrar que esta associação, associada da Confederação Portuguesa das Colectividades, conta com cerca de 500 associados e desenvolve a sua acção no campo desportivo e cultural, com especial relevo para o atletismo, apresentando um historial de grande sucesso nas diferentes categorias da modalidade.

No campo cultural desenvolve actividades como o teatro, encenando algumas peças com regularidade. O rancho folclórico, amplamente reconhecido, tem realizado muitas actuações, no país e no estrangeiro. Possui ainda um museu, pertencente à rede museológica nacional, com inúmeros objectos e referências à cultura local e um parque de lazer que pode ser usufruído pela população. Foi possível também perceber as aspirações da Associação, de crescimento consistente, nomeadamente com a construção da biblioteca, para poder servir a população, dada a riqueza do espólio literário que possui, e também do campo de futebol sintético, beneficiando deste modo a associação e a comunidade.

A Comissão de Freguesia de São João de Ovar, aproveitou o encontro para oferecer a Resolução Política que estabelece a estratégia do partido para os próximos quatro anos, aprovada no XX Congresso do PCP. Foi um gesto com significado, dado o documento definir a orientação do PCP para as mais variadas matérias no quadro nacional e internacional, tocando também no Movimento Associativo Popular.  

O PCP agradece ao Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai a cordialidade com que foi recebido e disponibiliza-se, como sempre, a desenvolver todos os esforços para garantir os justos apoios a nível local. Compromete-se ainda a lutar por uma verdadeira política nacional de valorização do movimento associativo popular, reconhecendo o seu papel na melhoria da qualidade vida das populações e na democratização da cultura e do desporto.

 
Aprovada Moção do PCP pela melhoria dos serviços de saúde PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 13 Fevereiro 2017 20:49

Aprovada Moção do PCP pela melhoria dos serviços de saúde

A moção do PCP pela melhoria dos serviços de saúde no concelho foi aprovada na última reunião da Assembleia Municipal, com a abstenção do PS e do PSD. No texto aprovado a Assembleia Municipal de Ovar recomenda ao Ministério da Saúde que:

a) Orçamente a verba necessária e se comprometa com a intervenção no Bloco Operatório do Hospital de Ovar;
b) Reinstale o Serviço de Urgência Básico no Hospital de Ovar, garantindo a referenciação ao Hospital de S. Sebastião;
c) Integre nos quadros o conjunto de trabalhadores do Hospital de Ovar com vínculo precário, fazendo bom uso das suas qualificações e competências, adquiridas ao longo de muitos anos de serviço.

A moção do PCP foi apresentada como alternativa a uma moção conjunta do PS e do PSD. Esta moção conjunta deveria ter sido inicialmente um documento consensual apresentado por todos os partidos, que teve o aval inicial do PCP, desde que no seu texto fossem respeitadas as posições comuns a todos os partidos. No entanto tal não foi possível devido à recusa injustificada destes dois partidos em encontrar um texto consensual.


É de notar que esta discussão teve lugar num momento em que o Conselho Consultivo do Hospital de Ovar manifestou junto da AM a sua posição relativa ao Plano de Negócios para a ULS Entre Douro e Vouga, nomeadamente:
- A sua oposição à criação da ULS de Entre Douro e Vouga, por destruir a identidade do HFZ e por provocar, a prazo, o esvaziamento da carteira de excelentes serviços que presta;
- A exigência da integração dos profissionais precários no hospital;
- Que o Plano de Negócios para a ULS não garantia a execução de obras no Bloco Operatório;
- Que o Plano de Negócios não garantia a existência de um Serviço de Urgência Básico.

O deputado municipal do PCP, Miguel Jeri, foi, no entanto confrontado dias antes da Assembleia com um texto-base redigido pelo PS (com o aval do PSD) em que:
a) se defendia como necessária a concentração de meios e se assumia, de forma subliminar, a criação da ULS Entre Douro e Vouga;
b) não se falava num serviço de urgência (falando-se antes de "serviço de atendimento permanente");
c) não se falava da integração dos profissionais precários.

Perante este texto, que admitia a criação de uma ULS com a qual o PCP discorda, este partido propôs, de forma construtiva e sempre no sentido de obter um texto consensual:
- Que a moção não se debruçasse sobre a integração do Hospital de Ovar numa ULS, visto não haver consenso entre os partidos subscritores;
- Que se substituísse a expressão "Serviço de Atendimento Permanente" por "Serviço de Urgência Básico", respeitando as reivindicações dos utentes, da Liga dos Amigos do Hospital e do Conselho Consultivo;
- Que a moção defendesse a integração dos profissionais precários.

Surpreendentemente, e apesar da razoabilidade das propostas do PCP que tornariam o texto consensual, PS e PSD recusaram-se terminantemente a incluir estas alterações, agindo como "donos da moção". Mais grave do que isso, o líder do Grupo Municipal do PS e redactor do texto-base apresentou um documento final aos serviços da AM, sem auscultação prévia aos partidos quanto à sua versão final, que não teve em conta nenhuma das propostas do PCP e do BE (à excepção da inclusão do “Serviço de Urgência” nas reivindicações).

Como e evidente, o PCP não pôde subscrever uma moção que admite a criação de uma ULS com a qual não concorda. Perante a atitude inflexível do PS e PSD, a única atitude razoável para o PCP foi apresentar uma moção alternativa, semelhante à inicial mas mais consensual, que não se debruçava sobre as divergências quanto à criação da ULS, focando-se antes naquilo que os partidos tinham em comum: defesa do bloco operatório, do serviço de urgência e integração dos precários.

Para o PCP, mais do que discutir as diferenças, o mais importante era aprovar um documento por unanimidade que defendesse os serviços de saúde, e por isso é que tentou, por todos os meios, encontrar um documento equilibrado, que pudesse ser aprovado para todos, tendo em conta os diferentes projectos políticos de cada partido.

Apesar disto e desafiando a lógica mais elementar, PS e PSD preferiram não votar favoravelmente a moção dos comunistas, que foi aprovada com os votos favoráveis do PCP e do BE, sendo que o BE também retirou o seu apoio à moção do PS e PSD.

Para o PCP, este episódio é demonstrativo da incoerência e desnorte em que nadam PS e PSD no que às políticas de saúde diz respeito. Demonstra também a tentativa falhada de forçar o PCP a subscrever um documento de defesa da ULS, ao mesmo tempo que demonstraram a sua falta de vontade política em defender a situação dos trabalhadores precários do Hospital de Ovar, cujo valor se estima em cerca de 30%.

Finalmente, os comunistas têm consciência de que todos os documentos aprovados na Assembleia Municipal têm seguramente mais impacto se forem acompanhados pela luta das populações, dos utentes e dos profissionais de saúde. Apela por isso a que estes se mobilizem de forma a pressionar o ministério da tutela a respeitar as suas justas reivindicações. A luta pela defesa do SNS e pela melhoria dos serviços de saúde no concelho é uma luta colectiva à qual todos os vareiros se devem associar.



 
Sobre a Reabertura das Urgências do Hospital de Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 25 Janeiro 2017 22:04

Sobre as notícias vindas a público, pela reabertura do Serviço de urgência Básico (SUB) no Hospital de Ovar, o PCP manifesta o seu apoio inequívoco a uma causa que sempre defendeu, e que subitamente obteve o apoio de outras forças políticas, salientando:

Sobre a Reabertura das Urgências do Hospital de Ovar

1. Desde a primeira hora que o PCP se manifestou contra o esvaziamento de valências do Hospital de Ovar, que se traduziu no encerramento da urgência pediátrica e, pouco tempo depois, pela urgência geral, levadas a cabo em 2007 pelo governo PS/Sócrates, então com maioria absoluta.

2. A valorização e defesa do Hospital de Ovar, no contexto de defesa do SNS e do direito constitucional à saúde para todos, tem sido algo que o PCP, ao contrário do PS e PSD, tem defendido coerentemente a nível local, regional e nacional. Uma coerência que se manteve ao longo do tempo, sem contradições de qualquer espécie e nunca ao sabor deste ou aquele governo ou de períodos pré ou pós-eleitorais.

3. O PCP valoriza e deixa claro que apoia, como sempre apoiou, toda a luta que se venha a desenvolver pela reposição dos serviços encerrados, nomeadamente as urgências, sempre em contacto com as populações, os utentes e os profissionais do SNS.

4. Neste contexto, não se pode deixar de recordar que foi precisamente o PCP o partido que se demarcou do protocolo assinado pela Câmara Municipal, então de executivo socialista, que a troco de algumas contrapartidas permitiu o encerramento definitivo das urgências do Hospital de Ovar, contra a vontade da esmagadora maioria da população e apesar desta nos meses anteriores se ter mobilizado em massa contra mais este encerramento.

5. Não pode, de igual forma, deixar de recordar que o PSD, ainda na última campanha eleitoral para as legislativas, afirmava preto no branco a sua intenção de privatizar mais hospitais para as Misericórdias, pouco tempo após a tentativa fracassada de transferência do Hospital de Ovar neste esquema, corroborando que a defesa do SNS nunca foi prioridade para este partido.

6. Do ponto de vista da necessidade das urgências para a população o PCP recorda o já afirmado há 9 anos atrás:

6.1. O próprio relatório técnico que sustentou os encerramentos reconhecia que Ovar tinha todas as condições para manter o seu serviço de urgência (casuística, população abrangida, equipamentos etc.) com excepção da proximidade ao Hospital da Feira, atendendo mais de uma centena de casos por dia;

6.2. O mesmo relatório reconhecia igualmente a necessidade de um serviço de urgência suplementar para áreas populacionais superiores a 200 000 habitantes, e considerava, numa das suas múltiplas contradições, que o Hospital da Feira servia, à data uma população imensa, de 330 000 habitantes, número que será neste momento superior;

6.3. O Hospital de Feira é manifestamente insuficiente para atender todos os casos urgentes de uma área enorme, criando tempos de espera que chegam a ultrapassar as 12h, que mais do que apenas incómodo, são passíveis de gerar situações potencialmente fatais para os utentes;

6.4. A distância e a falta de transportes regulares é mais um factor de dificuldade de acesso às urgências do Hospital da Feira, especialmente para a população mais idosa do concelho;

6.5. O Hospital de Ovar, que integra um serviço de medicina interna, dispõe do equipamento laboratorial e imagiológico necessário para o funcionamento de SUB que possa atender a maioria dos casos urgentes, enviando os casos urgentes mais diferenciados ao Hospital da Feira.

7. A defesa do SNS é uma luta colectiva. O PCP apela à mobilização dos utentes e profissionais, integrando todas as lutas no contexto da valorização dos serviços públicos de saúde: defendendo a reposição do serviço de urgência, defendendo investimento nas infraestruturas hospitalares e dos Centros de Saúde, combatendo políticas economicistas no financiamento dos serviços e combatendo a precarização dos profissionais de saúde, num momento em que grande parte dos profissionais do Hospital de Ovar se encontram em situação precária.


Mais informações:

CDU demarca-se da assinatura do protocolo sobre as Urgências do Hospital de Ovar

CDU condena encerramento da Pediatria do Hospital de Ovar


 
Projecto de requalificação da EN 327 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Sábado, 08 Outubro 2016 01:57

Troço de São João de Ovar da EN 327 vai ser, finalmente, requalificado.

A EN 327 é uma via estruturante para o concelho de Ovar, ligando-o a Santa Maria da Feira, São João da Madeira e Oliveira de Azeméis prestando um serviço de relevo às populações destes concelhos com particular incidência ao povo de São João de Ovar. Por este motivo, esta artéria tem sido fustigada por grande afluência de tráfego. Conjugando este factor com o esquecimento a que tem sido votada pelo poder local, o seu piso atingiu níveis de degradação incomportáveis, com fissuras, buracos, desníveis, ondulações, tampas de saneamento soltas e muitas lombas, incorrendo em permanentes problemas de segurança aos seus utentes além de eventuais prejuízos nas suas viaturas.

Projecto da requalificação da EN 327

Os problemas deste troço da EN 327 não ficam por aqui, pois não existem guias de sinalização na via, o que coloca em perigo a circulação, especialmente nocturna, devido à fraca visibilidade das guias e separadores. A sinalização vertical é inadequada encontrando-se frequentemente danificada, condição a que não escapam os semáforos junto ao centro de São João de Ovar e ao café Planalto. Das sete passadeiras existentes ao longo da via, três encontram-se junto a paragens de autocarro e uma junto à Escola Primária, que pela sua importância, não deveriam ter chegado a este estado. Os passeios estão levantados, partidos e desnivelados, colocando em perigo a circulação dos peões, tendo já ocorrido quedas, sobretudo de idosos.

Em termos gerais, em toda a via, os acidentes são muito frequentes.

Esta situação deplorável levou o PCP a mobilizar a população para a luta por melhores condições deste troço rodoviário. Deste modo, há um ano, a Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP iniciou o seu percurso em torno deste problema efectuando diversas intervenções em sede de Assembleia Municipal, contando também, com a presença em São João de Ovar da deputada do PCP na Assembleia da República, Diana Ferreira e elaborando um manifesto que recolheu mais de 300 assinaturas entregue posteriormente em Assembleia Municipal.

A luta deu frutos … Finalmente foi tornado público o projecto que responde aos anseios e à luta desenvolvida pela população, demonstrando que vale a pena lutar por aquilo que lhe é de direito. Neste caso, mais segurança, logo melhor qualidade de vida.

Não obstante a inércia do poder local para esta problemática, o PCP não deixa de congratular a decisão do actual executivo camarário, não se esquecendo de renovar o mais profundo e sincero agradecimento ao apoio dado pelo povo de São João de Ovar a esta luta. Este apoio foi elemento decisivo para que os seus interesses chegassem a bom porto e se traduzisse numa grande vitória.

Respondendo afirmativamente e responsavelmente a este apoio, o PCP compromete-se a acompanhar o desenvolvimento desta requalificação, nomeadamente no que diz respeito à sua execução e conclusão.

Vale sempre a pena lutar! Contamos com toda a população para as próximas lutas! Pelo Povo e com o Povo!


A Comissão de Freguesia de São João de Ovar do PCP

São João de Ovar, 08 de Outubro de 2016

 
PCP reuniu com a Associação de Produtores de Pão-de-Ló de Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 24 Agosto 2016 23:56

O PCP felicita a Associação de Produtores de Pão-de-Ló de Ovar por este doce ter alcançado a classificação I.G.P., certificação que lhe assegura protecção enquanto “bem público comunitário”.

O Pão-de-Ló de Ovar é um traço indelével de afirmação pelo país e pelo mundo, desta terra à beira mar plantada. Por esta razão, a Comissão Concelhia de Ovar do PCP considerou da maior importância reunir com a instância que congrega uma parcela significativa dos produtores de Pão-de-Ló de Ovar, e que estabeleceu e concretizou metas para assegurar a unicidade, qualidade e escala de produção deste doce: a Associação de Produtores de Pão-de-Ló de Ovar (APPO).

PaodeLo

Este momento foi utilizado para conhecer de perto a constituição e o alcance das conquistas da APPO, como é o caso da atribuição pelo Ministério da Agricultura, em Setembro de 2015, da Indicação Geográfica (I.G.) ao Pão-de-ló de Ovar, podendo-se considerar que este foi um estágio de preparação para a concessão da Indicação Geográfica Protegida (I.G.P.). Alcançando esta classificação de âmbito europeu, o Pão-de-Ló de Ovar passará a ser protegido enquanto “bem público comunitário”. Foi o que aconteceu hoje, quarta-feira, 24 de Agosto de 2016: a atribuição da certificação Indicação Geográfica Protegida ao Pão-de-Ló de Ovar.

Este estatuto estabelece requisitos sobre a matéria-prima e a garantia da sua origem geográfica, o fabrico e o acondicionamento do produto, assim como aspectos da sua comercialização, como elementos específicos da rotulagem, estrutura de controlo e certificação, entre outros.

No encontro entre o PCP e a APPO foram também abordadas as razões para os avanços e recuos do seu festival e a criação da Confraria do Pão-de-Ló de Ovar, a par das propostas para o reforço da afirmação desta iguaria gastronómica, integrada numa estratégia global de atracção turística, como é o caso da criação da “Casa do Pão-de-Ló e da Identidade Vareira”.

Desta forma, o PCP aproveita esta ocasião para reafirmar que a sua percepção política percorre, também, as raízes populares portuguesas, como factor de consciência cívica, de cultura e de vida. Assegurar a diversidade cultural de cada região e localidade é um factor importante para o seu desenvolvimento económico e social. Neste contexto, o Pão-de-Ló distingue positivamente Ovar de todos os restantes municípios.

Não é ao acaso que o PCP também disponibiliza este doce no pavilhão da região de Aveiro na sua Festa do Avante!

A Comissão Concelhia do PCP congratula-se e felicita a Associação de Produtores de Pão-de-Ló de Ovar por ter alcançado a tão desejada classificação I.G.P..


A Comissão Concelhia de Ovar do PCP

Ovar, 24 de Agosto de 2016

 
PCP solidário com a luta dos trabalhadores da Sorgal em Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 22 Agosto 2016 21:27

Na sexta-feira, 11 de Agosto, decorreu uma greve na SORGAL – Sociedade de Óleos e Rações, S.A., empresa que produz, em Ovar, alimentos destinados à produção pecuária e piscícola, entre outros. Esta greve foi decretada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias da Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (Sintab), envolvendo aproximadamente 60 trabalhadores.

Sorgal

Esta greve que contou com a participação da esmagadora maioria dos trabalhadores do sector produtivo, reivindicou o aumento salarial, dado que há pelo menos 10 anos não há registo de qualquer aumento. É importante frisar que resultado de reivindicações anteriores, os trabalhadores conseguiram melhores condições contratuais e respectivos acertos salariais. Recorde-se que desde alguns anos, além de não haver aumentos salariais, os trabalhadores recrutados para área de produção assumiam a categoria mais baixa – Auxiliar de Laboração – qualquer que fosse a função que desempenhassem. Subsequentemente a sua massa salarial foi sempre pautada pela mais baixa remuneração. Contudo, fruto da reivindicação, a sua situação foi revista através da obtenção da categoria ajustada à responsabilidade assumida pelo trabalhador, e houve consequente acerto salarial. Actualmente os trabalhadores lutam pelo aumento salarial de 40 Euros por mês para todos, e se este objectivo não for alcançado no próximo processo negocial, prometem voltar à luta, podendo repetir o recurso à greve e se se justificar de forma mais prolongada. Não se prevê que seja fácil esta próxima etapa de luta, já que é sabido que a actual direcção da Sorgal tem dificultado o diálogo e os processos de negociação com os trabalhadores. Importa ainda referir que desde a mudança de gerência, o ambiente tem-se agravado, havendo inclusivamente relatos de violência psicológica intencional e repetida (bullying) sobre os trabalhadores.

Valorizando a importância da luta, afirmando a solidariedade de sempre do PCP e assumindo que tudo fará para que o trabalhadores alcancem os seus mais justos desígnios.


A Comissão Concelhia de Ovar do PCP

Ovar, 22 de Agosto de 2016

 
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