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PCP solidário com os trabalhadores da Aerosoles e da Yazaki PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 23 Junho 2008 14:10
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Há muito que o PCP vem alertando o país para a situação de grande vulnerabilidade da nossa economia, num mundo globalizado onde impera de forma esmagadora a lei do mais forte. Num momento em que a economia mundial atravessa uma profunda crise estrutural que só encontra paralelo na crise de 1929, é com enorme preocupação que assistimos ao encerramento total ou parcial de inúmeras empresas, perante a total passividade dos nossos governantes.

A situação do Calçado, e particularmente da Aerosoles, assim como o possível encerramento de uma das linhas de produção da Yasaki Saltano representam neste momento as situações mais graves que irão merecer brevemente uma intervenção do Grupo Parlamentar do PCP, que esteve presente no Distrito de Aveiro na sexta-feira passada através do Deputado João Oliveira. Uma intervenção que reclame medidas urgentes que salvaguardem os postos de trabalho e preservem o aparelho produtivo nacional.

 

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Entretanto, a Comissão Concelhia de Ovar do PCP, reunida no sábado passado, vem através desta nota manifestar a sua solidariedade para com todos os trabalhadores daquelas duas empresas, exortando-os a lutar em unidade pela manutenção dos postos de trabalho. Perante os tempos difíceis que se avizinham, importa nunca deixar de ter presente que a situação catastrófica em que a economia se encontra não é fruto do acaso. Representa sim a consequência de um conjunto de política concretas levadas a cabo nas últimas décadas que apostaram claramente no aprofundamento das receitas neoliberais, com todas as consequências nefastas daí resultantes.

Posto isto, a Comissão Concelhia de Ovar do PCP reitera a sua firme disposição para continuar a lutar contra a política de direita deste governo, exortando todos os trabalhadores e demais cidadãos a aderir à grande jornada de luta do próximo sábado 28 de Junho, convocada pela CGTP. Hoje, mais do que nunca, se impõe uma ruptura com esta política. Uma ruptura que só será possível com uma ampla participação do povo português. Existem hoje alternativas a esta situação, e o PCP afirma-se cada vez mais como portador desta alternativa.