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Debate: Que Futuro para o Nosso Hospital? | Quinta 22 Junho, 21h30 | Auditório Junta Freguesia Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Segunda, 19 Junho 2017 13:22

A CDU convida a população para o Debate Qualidade, Proximidade, Autonomia - Que futuro para o nosso Hospital? que terá lugar no próximo dia 22 de Junho (quinta-feira) às 21h30 no Auditório da Junta de Freguesia de Ovar. (MAPA: https://goo.gl/maps/ujKqvBqiTk42)

O debate terá como moderadora Maria Helena Silva, Coordenadora Técnica do Hospital de Ovar, e contará com a presença de:

  • Sérgio Vinagre, Médico Especialista em Saúde Pública
  • Conceição Graça, Fisioterapeuta no Hospital de Ovar
  • Carlos Jorge Silva, investigador e membro da Comissão Concelhia de Ovar do PCP

O debate e esclarecimento de todos é importante. Por isso contamos com a presença de todos aqueles interessados em defender o nosso Hospital, bem como de todos os contactos que possam mobilizar.

Debate: Que Futuro para o Nosso Hospital? | Quinta 22/Junho, 21h30 | Auditório Junta Freguesia Ovar

 
Carlos Jorge Silva revisita Bairro do Lamarão PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Quinta, 15 Junho 2017 23:06

Carlos Jorge Silva revisita Bairro do Lamarão

A CDU tem uma visão singular sobre a importância de manter a identidade e qualidade de vida dos Bairros Sociais e Populares de Ovar. No quadro da Assembleia Municipal a CDU já debateu por diversas ocasiões este tema, expondo a sua concepção durante a discussão quer da Área de Reabilitação Urbana (ARU) do Centro Histórico de Ovar, quer da revisão do Plano Director Municipal (PDM).

Sobre esta matéria a CDU, através do seu eleito na Assembleia Municipal, Miguel Jeri, contestou a excessiva centralidade da Área de Reabilitação Urbana (ARU), exigindo uma política de urbanização municipal que vá ao encontro de toda a matriz social de Ovar. Neste âmbito, considera que é tempo para lavar a cara aos diferentes bairros e ruas típicas, tornando-os também num factor de atractividade da cidade de Ovar, melhorando a sua exposição, dinamizando a sua actividade económica, garantindo habitação condigna, criando espaços aprazíveis para mais actividades lúdicas e sócios-culturais gerando assim múltiplos factores de integração social.

Assim, a CDU defende que a política urbana municipal não deve tocar exclusivamente no centro histórico, mas que, pelo contrário, deve identificar pólos de reabilitação em cada um dos seus bairros e ruas e respectiva identidade, criando uma cidade mais rica e diversificada. São disto exemplo vários bairros e ruas típicas: o Lamarão, o Bairro da Misericórdia, Bairro 25 de Abril, Bairro São José, Rua Castilho, Rua Licínio de Carvalho, Rua Ferreira Menéres e a Rua Capitão Leitão, entre outros.

Carlos Jorge Silva revisita Bairro do LamarãoMas a CDU não fica pelo debate. Inserida numa prática de trabalho de visitas regulares (e não apenas em vésperas de eleições) para ouvir as necessidades mais prementes e urgentes, uma delegação da CDU voltou uma vez mais ao Bairro do Lamarão para saber se as suas reivindicações anteriores já haviam sido acudidas. A delegação incluiu a presença de Carlos Jorge Silva, candidato à Câmara Municipal, que nos contactos efectuados pôde constatar que nenhum dos problemas levantados anteriormente foram resolvidos.

Recorde-se:

  • O “acantonamento” de moradores em casas rudimentares num beco denominado de “Rua do Poço”, junto à Travessa Dr. Cunha
  • As 4 casas nesta zona que não dispõem água potável canalizada
  • As 6 casas que não têm acesso a saneamento básico
  • A degradação (quando existem) dos passeios em todo o Bairro do Lamarão (Rua Dr. Cunha, Travessa Dr. Cunha e “Rua do Poço”)
  • A indefinição entre as vias pedonais e a via rodoviária presente em todo o Bairro
  • As várias grades das águas pluviais que apresentam sinais de cedência, sendo algumas delas, pela sua dimensão, veículo de maus cheiros.

Carlos Jorge Silva revisita Bairro do Lamarão


Perante a última visita, a estes problemas a CDU acrescenta:

  • O aumento de casas devolutas no Lamarão
  • A sistemática infestação de insectos provenientes de casas desabitadas, do arcaico sistema de águas pluviais e do manancial de orifícios e ranhuras característicos de um bairro em contínua degradação.

Posto isto, a CDU reitera a necessidade do Município de Ovar se prontificar a resolver estes problemas com a máxima urgência possível.

A CDU apresenta um projecto autárquico de valorização das zonas habitacionais, especialmente as mais esquecidas por este e outros executivos camarários. Neste sentido são fundamentais políticas de promoção da regeneração urbana que incluam estas áreas, bem como investimentos directos da Câmara nos arranjos dos espaços comuns (rede viária, passeios, rede de águas pluviais) e ainda na criação de infra-estruturas necessárias ao bem-estar da população (parques infantis, estruturas de apoio à actividade física, entre outras). A CDU continuará, como sempre o fez, a acompanhar a situação dos bairros sociais e populares de Ovar, lutando pela melhoria da qualidade de vida de quem lá habita.

Carlos Jorge Silva revisita Bairro do Lamarão

Carlos Jorge Silva revisita Bairro do Lamarão

Carlos Jorge Silva revisita Bairro do Lamarão

 
Petição em defesa do Hospital de Ovar já reuniu milhares de assinaturas em todo o concelho PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Segunda, 12 Junho 2017 21:21

Petição "Por um Hospital de Ovar de Qualidade, de Proximidade e com Autonomia"


A petição em defesa de um Hospital de Ovar de qualidade, de proximidade e com autonomia já reuniu milhares de assinaturas. Nas últimas semanas os activistas da CDU - e dezenas de voluntários que se juntaram à causa de defesa do nosso Hospital - desdobraram-se em contactos junto da população, levando o abaixo-assinado a todas as freguesias do Município.

Os promotores da petição criaram ainda uma página na Internet que reúne toda a informação relevante, e ainda flyers a cartazes, e que pode ser acedida através do endereço http://ovar.pcp.pt/local/actividade/1132-peticao-por-um-hospital-de-ovar-de-qualidade-de-proximidade-e-com-autonomia

Nesta página os voluntários podem ainda descarregar a petição em formato PDF para, de forma autónoma, recolher assinaturas, devendo apenas articular-se com a organização. Está ainda disponível uma lista de locais de acesso público (cafés e outros estabelecimentos) no nosso município onde a petição pode ser assinada.

A petição tem sido extremamente bem acolhida pela população, obtendo um êxito surpreendente: em poucas semanas já alcançou mais de 3200 assinaturas, sendo certo que grande parte deste trabalho se deve à mobilização da população para esta causa que lhe diz respeito.

São necessárias 4000 assinaturas para que esta matéria seja debatida na Assembleia da República. Recorde-se que as quatro grandes reivindicações dos peticionários são:

  • A inclusão, no Orçamento Geral do Estado para 2018, da verba necessária às obras no Bloco Operatório do Hospital Dr. Francisco Zagalo, em Ovar;
  • A manutenção da autonomia do Hospital Dr. Francisco Zagalo, não o integrando numa eventual ULS de Entre Douro e Vouga (ULS-EDV), e garantindo sempre o seu funcionamento em rede com as outras unidades do Serviço Nacional de Saúde;
  • A reabertura do Serviço de Urgência no Hospital de Ovar;
  • A integração dos profissionais com vínculo precário, muitos com décadas de serviço, nos quadros do Hospital.

A CDU continuará empenhada nesta campanha de mobilização, esclarecimento e debate, tendo em vista a manutenção da autonomia de um Hospital que tem prestado serviços de saúde de excelência à população concelho, factos aliás corroborados pelos recentes resultados do SINAS/ERS, onde obteve a máxima classificação.

Petição "Por um Hospital de Ovar de Qualidade, de Proximidade e com Autonomia"

Petição "Por um Hospital de Ovar de Qualidade, de Proximidade e com Autonomia"

Petição "Por um Hospital de Ovar de Qualidade, de Proximidade e com Autonomia"

 
PCP enaltece excelentes resultados do Hospital de Ovar na avaliação da ERS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 08 Junho 2017 16:00

PCP enaltece excelentes resultados do Hospital de Ovar na avaliação da ERS

O Sistema Nacional de Avaliação em Saúde da Entidade Reguladora (SINAS) procedeu recentemente à publicitação dos resultados no seu site, sendo público que a Área de Cirurgia de Ambulatório e a Área de Ortopedia, do Hospital de Ovar, obtiveram classificação de Nível de Qualidade III, ou seja, a categoria de classificação superior.

O PCP saúda os trabalhadores do Hospital de Ovar e o seu profissionalismo, reconhecendo ainda o esforço do actual Concelho de Administração na garantia de um hospital de proximidade e de qualidade. Num contexto em que este hospital corre o sério risco de vir a ser integrado numa mega Unidade Local de Saúde, o PCP não pode deixar de salientar que estes resultados reforçam a necessidade de manter a autonomia deste Hospital, essencial para a garantia de um serviços de qualidade e adequado às necessidades da população.

O PCP continuará a exigir ainda, junto do Ministério, a integração dos profissionais precários como condição necessária para a melhoria contínua dos serviços de saúde.

 
Petição | Por um Hospital de Ovar de Qualidade, de Proximidade e com Autonomia PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Domingo, 28 Maio 2017 23:44

Índice


A petição




Assinar a petição

A petição pode ser assinada:

  • No formato em papel - disponível em vários locais:
  • Hospital de Ovar
  • Liga de Amigos do Hospital de Ovar
  • Centro de Trabalho do PCP (Praça da República)
  • Papelândia I
  • Papelândia II
  • Pastelaria Muxima
  • Café Ideal
  • Quiosque "Reis"
  • Associação Cultural Guilhovai
  • Café Avenida
  • Barbearia Rachão
  • Café Bagunça
  • Barbearia
  • Barbearia "Mário Vaz Ovarense"
  • Café John Bull
  • Capas Negras
  • Padaria Charlot
  • Padaria Manjar do Visconde
  • Café Gaveto
  • Florista Fernandinha
  • Restaurante João Gomes
  • Mini-mercado Ovarense
  • Frutaria Cidade de Ovar
  • Café Palácio
  • Café Jacinto




Assinar a petição

Se estiver interessado em participar na recolha de assinaturas pode fazê-lo de duas formas:

  • Participando nas acções organizadas
  • Imprimindo a petição e recolhendo autonomamente as assinaturas. Nesse caso deve-nos contactar através de e-mail ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ) ou através de um dos números: 964205415, 910168446 ou 934388177.
    O documento está disponível aqui em PDF: http://bit.ly/peticaohospitalpdf. Deve ter o cuidado de imprimir as duas faces na mesma folha de papel.




Partilha a petição

Pode e deve apoiar a divulgação desta iniciativa! Há muitas formas de o fazer:

  • Partilhando esta página nas redes sociais: facebook, twitter
  • Enviando o link da petição para os seu contactos de e-mail.
  • Imprimindo o cartaz e afixando-o em local visível, disponível aqui: http://bit.ly/peticaohospovarcartaz




Assinar a petição

Os acontecimentos que fundamentam a elaboração desta petição, bem como as notas justificativas, estão acessíveis aqui: http://www.ovar.pcp.pt/local/actividade/1131-lancamento-da-peticao-qpor-um-hospital-de-ovar-de-qualidade-de-proximidade-e-com-autonomiaq

É fundamental que todos os peticionários estejam informados das razões que a motivam: a defesa do serviço de urgência, a defesa das obras no Bloco Operatório, a defesa dos profissionais precários e a defesa da autonomia do nosso Hospital, não o integrando numa ULS.


O documento surge na sequência da apresentação, pelo Governo, de um Plano de Negócios para a criação de uma eventual Unidade Local de Saúde (ULS) de Entre Douro e Vouga, estrutura que anexaria o nosso Hospital de Ovar. Esta mega-estrutura, que incluiria o Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (Hospital da Feira) e vários Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS) de vários municípios no distrito, teria uma dimensão enorme que criaria rapidamente dificuldades na sua articulação e no seu desempenho perante as necessidades das pessoas.

Neste plano de negócios apresentado pelo Governo:

  • Nenhuma solução é dada relativamente à integração dos profissionais precários nos quadros do Hospital
  • Não estão previstas, de forma clara e inequívoca, as necessárias obras no Bloco Operatório, essenciais para que as intervenções decorram dentro dos parâmetros de segurança definidos pela Entidade Reguladora de Saúde.
  • Nada é referido sobre a necessária reabertura do Serviço de Urgência.

Acresce que o Conselho Consultivo do Hospital de Ovar já se pronunciou claramente contra este plano de negócios, tal como outras entidades do concelho. Sendo este um tema complexo, a CDU tem necessidade de prestar os esclarecimentos abaixo, nomeadamente sobre as consequências de uma eventual ULS-EDV, bem como sobre a necessidade reabertura do serviço de urgência básico.


Sobre o Plano de Negócios da ULS-EDV

Relativamente ao Plano de Negócios que defende e integração do Hospital numa eventual ULS-EDV, a CDU chama a atenção para alguns factos:

  1. Nesta ULS todas as decisões se concentrariam apenas num conselho de administração. Quer o Hospital de Ovar quer o ACeS Baixo Vouga perderiam autonomia, afectando negativamente os seus serviços de proximidade e adequado às necessidades da população.
  2. A CDU defende um modelo que garanta a autonomia de cada uma das unidades de saúde, devendo estas funcionar, sim, de forma coordenada e complementar através da celebração de protocolos no âmbito do SNS.
  3. O Governo argumenta que as ULS permitem uma maior "integração de cuidados", mas o que se tem verificado na prática, na esmagadora maioria das ULS do país é a de uma clara secundarização dos Cuidados de Saúde Primários, em privilégio de uma visão “hospitalocêntrica”. Ao mesmo tempo há uma maior tendência à concentração dos serviços mais fundamentais nos hospitais centrais, esvaziando os hospitais mais pequenos, como é o caso do Hospital de Ovar.
  4. No “Estudo Sobre o Desempenho das ULS ”, de 2015, da ERS, que compara ULS com serviços não integrados em ULS, verifica-se que na maioria dos parâmetros analisados não se encontraram diferenças significativas, sendo que nalgumas dimensões (por exemplo “Segurança do Doente”) as ULS demonstraram até piores resultados.
  5. Quanto às cirurgias, verifica-se que os hospitais não integrados em ULS exibem até uma média de cirurgias em ambulatório melhor que a dos hospitais em ULS. Os internamentos nestes últimos revelaram-se também em média mais prolongados e com maiores taxas de internamentos desnecessários relativamente àqueles não integrados em ULS.
  6. Estes dados sugere que as ULS no país, de uma forma geral, não reflectiram nem ganhos em saúde, nem melhores condições de trabalho dos profissionais, nem qualquer melhoria do financiamento.
  7. Relativamente à internalização de MCDT (meios complementares de diagnóstico e terapêutica), a CDU declara que defende este modelo, aproveitando com a máxima eficácia a capacidade instalada nos hospitais do SNS, evitando o recurso dos utentes a laboratórios convencionados.
  8. No entanto, alerta para a falácia do governo que assume, no Plano de Negócios, de que a internalização apenas é possível através da criação de ULS. A CDU salienta que é perfeitamente possível, do ponto de vista técnico e do ponto de vista legal a internalização de MCDT, bastando para isso haver vontade política, sem que para isso seja necessária a criação de ULS.
  9. A mesma falácia é utilizada pelo governo quando assume, no Plano de Negócios, que a ULS é indispensável para uniformizar sistemas informáticos e melhorar a comunicação entre unidades de saúde. Esta comunicação existe actualmente através de software desenvolvido pelo próprio Ministério, sendo certo que pode e deve melhorar, nomeadamente a nível de uniformidade, compatibilidade, velocidade e fiabilidade. Estas melhorias dependem única e exclusivamente de vontade política de alocar os meios humanos e tecnológicos necessários, e não da criação de qualquer ULS.


Sobre a Reabertura do Serviço de Urgência


A CDU defende a reabertura de um serviço de urgência básico (SUB) que permita responder em tempo útil a uma grande parte dos casos urgentes, tendo em conta que:

  1. O PCP foi o partido que mais lutou contra este encerramento, levado a cabo pelo governo PS/Sócrates. Foi também o único que se demarcou do protocolo assinado pela Câmara Municipal, então de executivo socialista, que a troco de algumas contrapartidas permitiu o encerramento definitivo das urgências do Hospital de Ovar, contra a vontade da esmagadora maioria da população e apesar desta nos meses anteriores se ter mobilizado em massa contra mais este encerramento.
  2. O próprio relatório técnico que sustentou os encerramentos das urgências reconhecia que Ovar tinha todas as condições para manter o seu serviço de urgência (casuística de mais de 100 casos por dia, população abrangida, equipamentos), com excepção da proximidade ao Hospital da Feira;
  3. O mesmo relatório reconhecia igualmente a necessidade de um serviço de urgência suplementar para áreas populacionais superiores a 200 000 habitantes, e considerava que o Hospital da Feira servia à data mais de 330 000 habitantes (número que será neste momento superior);
  4. O Hospital de Feira é manifestamente insuficiente para atender todos os casos urgentes de uma área enorme, criando tempos de espera que chegam a ultrapassar as 12h, que mais do que apenas incómodo, são passíveis de gerar situações potencialmente fatais para os utentes.
  5. A distância e a falta de transportes regulares é mais um factor de dificuldade de acesso às urgências do Hospital da Feira, especialmente para a população mais idosa do concelho.
  6. O Hospital de Ovar, que integra um serviço de medicina interna, dispõe do equipamento laboratorial e imagiológico necessário para o funcionamento de SUB que possa atender a maioria dos casos urgentes, enviando os casos urgentes mais diferenciados ao Hospital da Feira.


Por fim, a CDU chama a atenção para a necessidade absoluta de se defender um vínculo laboral digno aos cerca de 30% de profissionais precários que ao longo de décadas têm prestado os melhores cuidados de saúde aos ovarenses.

A CDU continuará, a par com os utentes e profissionais de saúde, a lutar pelo Hospital dos ovarenses, defendendo a carteira de serviços que presta e o seu alargamento; defendendo o seu carácter de proximidade e defendendo a autonomia que necessita para prestar cuidados adequados ao perfilo demográfico e epidemiológico dos utentes do SNS.

 
Pela reposição de direitos, contra a precariedade e a municipalização: toda a solidariedade com a greve da função pública em Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Sábado, 27 Maio 2017 01:01

PCP solidário com a greve da função pública no concelho de Ovar

O PCP saúda a greve protagonizada pela função pública do passado dia 26 de Maio em todo o país e que contou com a adesão de 75% dos trabalhadores, chegando aos 90% nos sectores da Saúde e da Educação.

A greve teve como reivindicações centrais:

  • O descongelamento dos salários e das carreiras
  • O fim à precariedade e o reforço dos meios humanos,
  • A aplicação do horário semanal de 35 horas semanais a todos os trabalhadores do sector público
  • A luta contra a municipalização do sector que o governo PS pretende levar a cabo.

Este foi um enorme sinal ao governo de que os trabalhadores do Estado estão dispostos a todas as formas de luta, não se resignando a suportar os efeitos de políticas governamentais que ponham em causa o interesse público, nomeadamente as funções sociais do Estado e os direitos dos trabalhadores.

O PCP ressalta o impacto significativo da greve no concelho vareiro, com o encerramento da Escola Secundária José Macedo Fragateiro; da Escola António Dias Simões; do Centro de Saúde de Ovar; dos serviços da Segurança Social. Outros serviços contaram com adesões parciais, como é o caso do Hospital de Ovar ou da Escola Secundária Júlio Dinis, esta com uma adesão de cerca de 50%.

O PCP continuará a apoiar todas as lutas dos trabalhadores que visem forçar o Governo a uma política que valorize uma administração pública ao serviço do povo e do país, alocando os necessários meios humanos e técnicos, acabando com a precariedade e dignificando as condições de trabalho dos funcionários públicos, os quais prestam diariamente um inestimável serviços às populações.

 
CDU reúne com Comando da PSP em Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Sexta, 26 Maio 2017 00:56

CDU reúne com Comando da PSP em Ovar

Dando sequência às reuniões que a CDU tem efectuado com as instituições locais, esta força política reuniu recentemente com o comando da PSP da esquadra de Ovar.

A delegação foi constituída por Carlos Jorge Silva, candidato da CDU à Câmara Municipal de Ovar, e ainda por Paulo Pereira e José Sona, membros da Comissão Concelhia de Ovar do PCP. Gentilmente recebida pelo Comandante, subcomissário Luís González Simões, a CDU tomou conhecimento do trabalho desenvolvido pela esquadra no Concelho, ficando a par das necessidades e constrangimentos do trabalho diário realizado pelo efectivo policial.

Uma das maiores carências evidenciadas decorre do facto de as instalações, pertencentes ao município de Ovar, mas que são competência do Estado Central, estarem degradadas e desadequadas tendo em conta a exigência dos serviços realizados, necessitando de obras urgentes.

No que concerne ao efectivo policial, alertou-se para a necessidade de renovação dos quadros, pela idade média avançada dos elementos, ainda mais tendo em conta o trabalho por turnos que pode ser extremamente extenuante. Este efectivo, suficiente durante a maior parte do ano, é reforçado nos períodos de Verão e na época do Carnaval, embora de forma insuficiente devido às limitações impostas por outros serviços na região. Também são necessárias melhorias no que concerne às viaturas e equipamentos à disposição da esquadra.

Relativamente aos índices de sinistralidade estes concentram-se sobretudo em algumas vias de maior perigosidade, muitas das quais a necessitar de reabilitação e sinalização adequada. Salientou-se ainda a boa relação estabelecida com a comunidade, incluindo as minorias, com as quais têm sido desenvolvidas algumas acções de formação no âmbito da condução segura e da legalidade.

É no âmbito do contacto, conhecimento e cooperação com as instituições do Concelho que se desenvolvem políticas dirigidas, enquadradas e bem planeadas. A CDU compromete-se a questionar quer o Governo quer a Câmara Municipal sobre o futuro das instalações da Esquadra de Ovar. Ao mesmo tempo continuará a lutar, no plano local e nacional, pela garantia de condições dignas de trabalho, de salários dignos e respeito pela carreiras destes profissionais, defendendo ainda o aprofundamento das acções formativas e preventivas que garantam um funcionamento em harmonia com a comunidade.

 
Lançamento da Petição "Por um Hospital de Ovar de Qualidade, de Proximidade e com Autonomia" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Quinta, 25 Maio 2017 21:13

Petição em defesa do Hospital de Ovar

É com o objectivo de levar o futuro do Hospital de Ovar à discussão no Parlamento que um grupo de utentes do Hospital de Ovar, com o apoio da CDU, lançou uma petição defendendo a qualidade dos serviços prestados, a sua natureza de proximidade e o seu funcionamento em autonomia, sempre integrado na rede do SNS.

A petição, já assinada por centenas de pessoas, pretende chegar às 4000 assinaturas, de forma a que estas reivindicações seja debatidas no Parlamento o mais rapidamente possível. Encontra-se para subscrição em vários pontos do concelho (cafés e outros estabelecimentos de acesso público), para além da sua versão online em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=hospitalovar.

As quatro grandes reivindicações dos peticionários são:

  • A inclusão, no Orçamento Geral do Estado para 2018, da verba necessária às obras no Bloco Operatório do Hospital Dr. Francisco Zagalo, de Ovar;
  • A manutenção da autonomia do Hospital Dr. Francisco Zagalo, não o integrando numa eventual ULS de Entre Douro e Vouga (ULS-EDV), e garantindo sempre o seu funcionamento em rede com as outras unidades do Serviço Nacional de Saúde;
  • A reabertura do Serviço de Urgência no Hospital de Ovar;
  • A integração dos profissionais com vínculo precário, muitos com décadas de serviço, nos quadros do Hospital.


O documento surge na sequência da apresentação, pelo Governo, de um Plano de Negócios para a criação de uma eventual Unidade Local de Saúde (ULS) de Entre Douro e Vouga, estrutura que anexaria o nosso Hospital de Ovar. Esta mega-estrutura, que incluiria o Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (Hospital da Feira) e vários Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS) de vários municípios no distrito, teria uma dimensão enorme que criaria rapidamente dificuldades na sua articulação e no seu desempenho perante as necessidades das pessoas.

Neste plano de negócios apresentado pelo Governo:

  • Nenhuma solução é dada relativamente à integração dos profissionais precários nos quadros do Hospital
  • Não estão previstas, de forma clara e inequívoca, as necessárias obras no Bloco Operatório, essenciais para que as intervenções decorram dentro dos parâmetros de segurança definidos pela Entidade Reguladora de Saúde.
  • Nada é referido sobre a necessária reabertura do Serviço de Urgência.

Acresce que o Conselho Consultivo do Hospital de Ovar já se pronunciou claramente contra este plano de negócios, tal como outras entidades do concelho. Sendo este um tema complexo, a CDU tem necessidade de prestar os esclarecimentos abaixo, nomeadamente sobre as consequências de uma eventual ULS-EDV, bem como sobre a necessidade reabertura do serviço de urgência básico.


Sobre o Plano de Negócios da ULS-EDV

Relativamente ao Plano de Negócios que defende e integração do Hospital numa eventual ULS-EDV, a CDU chama a atenção para alguns factos:

  1. Nesta ULS todas as decisões se concentrariam apenas num conselho de administração. Quer o Hospital de Ovar quer o ACeS Baixo Vouga perderiam autonomia, afectando negativamente os seus serviços de proximidade e adequado às necessidades da população.
  2. A CDU defende um modelo que garanta a autonomia de cada uma das unidades de saúde, devendo estas funcionar, sim, de forma coordenada e complementar através da celebração de protocolos no âmbito do SNS.
  3. O Governo argumenta que as ULS permitem uma maior "integração de cuidados", mas o que se tem verificado na prática, na esmagadora maioria das ULS do país é a de uma clara secundarização dos Cuidados de Saúde Primários, em privilégio de uma visão “hospitalocêntrica”. Ao mesmo tempo há uma maior tendência à concentração dos serviços mais fundamentais nos hospitais centrais, esvaziando os hospitais mais pequenos, como é o caso do Hospital de Ovar.
  4. No “Estudo Sobre o Desempenho das ULS ”, de 2015, da ERS, que compara ULS com serviços não integrados em ULS, verifica-se que na maioria dos parâmetros analisados não se encontraram diferenças significativas, sendo que nalgumas dimensões (por exemplo “Segurança do Doente”) as ULS demonstraram até piores resultados.
  5. Quanto às cirurgias, verifica-se que os hospitais não integrados em ULS exibem até uma média de cirurgias em ambulatório melhor que a dos hospitais em ULS. Os internamentos nestes últimos revelaram-se também em média mais prolongados e com maiores taxas de internamentos desnecessários relativamente àqueles não integrados em ULS.
  6. Estes dados sugere que as ULS no país, de uma forma geral, não reflectiram nem ganhos em saúde, nem melhores condições de trabalho dos profissionais, nem qualquer melhoria do financiamento.
  7. Relativamente à internalização de MCDT (meios complementares de diagnóstico e terapêutica), a CDU declara que defende este modelo, aproveitando com a máxima eficácia a capacidade instalada nos hospitais do SNS, evitando o recurso dos utentes a laboratórios convencionados.
  8. No entanto, alerta para a falácia do governo que assume, no Plano de Negócios, de que a internalização apenas é possível através da criação de ULS. A CDU salienta que é perfeitamente possível, do ponto de vista técnico e do ponto de vista legal a internalização de MCDT, bastando para isso haver vontade política, sem que para isso seja necessária a criação de ULS.
  9. A mesma falácia é utilizada pelo governo quando assume, no Plano de Negócios, que a ULS é indispensável para uniformizar sistemas informáticos e melhorar a comunicação entre unidades de saúde. Esta comunicação existe actualmente através de software desenvolvido pelo próprio Ministério, sendo certo que pode e deve melhorar, nomeadamente a nível de uniformidade, compatibilidade, velocidade e fiabilidade. Estas melhorias dependem única e exclusivamente de vontade política de alocar os meios humanos e tecnológicos necessários, e não da criação de qualquer ULS.


Sobre a Reabertura do Serviço de Urgência


A CDU defende a reabertura de um serviço de urgência básico (SUB) que permita responder em tempo útil a uma grande parte dos casos urgentes, tendo em conta que:

  1. O PCP foi o partido que mais lutou contra este encerramento, levado a cabo pelo governo PS/Sócrates. Foi também o único que se demarcou do protocolo assinado pela Câmara Municipal, então de executivo socialista, que a troco de algumas contrapartidas permitiu o encerramento definitivo das urgências do Hospital de Ovar, contra a vontade da esmagadora maioria da população e apesar desta nos meses anteriores se ter mobilizado em massa contra mais este encerramento.
  2. O próprio relatório técnico que sustentou os encerramentos das urgências reconhecia que Ovar tinha todas as condições para manter o seu serviço de urgência (casuística de mais de 100 casos por dia, população abrangida, equipamentos), com excepção da proximidade ao Hospital da Feira;
  3. O mesmo relatório reconhecia igualmente a necessidade de um serviço de urgência suplementar para áreas populacionais superiores a 200 000 habitantes, e considerava que o Hospital da Feira servia à data mais de 330 000 habitantes (número que será neste momento superior);
  4. O Hospital de Feira é manifestamente insuficiente para atender todos os casos urgentes de uma área enorme, criando tempos de espera que chegam a ultrapassar as 12h, que mais do que apenas incómodo, são passíveis de gerar situações potencialmente fatais para os utentes.
  5. A distância e a falta de transportes regulares é mais um factor de dificuldade de acesso às urgências do Hospital da Feira, especialmente para a população mais idosa do concelho.
  6. O Hospital de Ovar, que integra um serviço de medicina interna, dispõe do equipamento laboratorial e imagiológico necessário para o funcionamento de SUB que possa atender a maioria dos casos urgentes, enviando os casos urgentes mais diferenciados ao Hospital da Feira.


Por fim, a CDU chama a atenção para a necessidade absoluta de se defender um vínculo laboral digno aos cerca de 30% de profissionais precários que ao longo de décadas têm prestado os melhores cuidados de saúde aos ovarenses.

A CDU continuará, a par com os utentes e profissionais de saúde, a lutar pelo Hospital dos ovarenses, defendendo a carteira de serviços que presta e o seu alargamento; defendendo o seu carácter de proximidade e defendendo a autonomia que necessita para prestar cuidados adequados ao perfilo demográfico e epidemiológico dos utentes do SNS.


PETIÇÃO


 
Apresentação dos primeiros candidatos da CDU aos Órgãos Municipais PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 10 Maio 2017 17:00

Apresentação dos primeiros candidatos da CDU aos Órgãos Municipais

Teve lugar no passado sábado, dia 6 de Maio, junto ao Mercado Municipal, a apresentação dos primeiros candidatos da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara e Assembleia Municipal de Ovar. Esta apresentação, realizada em espaço público, contou com a adesão, não apenas dos activistas da CDU, mas também de muitos ovarenses foram engrossando o número de participantes.

 A iniciativa teve a presença de Óscar Oliveira, membro da DORAV do PCP, e Tiago Vieira, membro do Comité Central e responsável pela Organização Regional de Aveiro do PCP. Juliana Silva, em representação da Comissão Coordenadora da CDU em Ovar, começou por apresentar os candidatos:


  • Carlos Jorge Silva, licenciado em administração pública e dirigente associativo, candidato à Câmara Municipal de Ovar
  • Miguel Jeri, médico, candidato à Assembleia Municipal de Ovar

Apresentação dos primeiros candidatos da CDU aos Órgãos Municipais

 Foi a uma audiência que preenchia o largo que Miguel Jeri se dirigiu, fazendo um breve resumo da intervenção da CDU ao longo do actual mandato. Enquanto deputado municipal da CDU, ressaltou a defesa intransigente dos serviços públicos, nomeadamente na área da saúde (nomeadamente pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar), da água e saneamento e da recolha de resíduos sólidos. Neste aspecto a CDU destaca-se pela sua coerência, ao contrário de PS e PSD, que têm mantido posições contraditórias ou mesmo de ataque aos serviços públicos.

 Miguel Jeri lembrou que foi por proposta do PCP que foi aprovada, na Assembleia Municipal de Ovar, uma Moção pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar, pela reabertura do Serviço de Urgências e a admissão, nos quadros, dos 30% de trabalhadores precários. Terminou ressaltando a importância do aumento do número de eleitos no Município, o que se traduziria em maior capacidade de trabalho da CDU em prol dos interesses dos ovarenses.

 Na sua intervenção, Carlos Jorge Silva, primeiro candidato pela CDU à Câmara Municipal de Ovar, referiu a total disponibilidade para assegurar a governação do Município de Ovar, assim os eleitores o entendam. Ou seja, a CDU vai a votos para disputar a Presidência da Câmara com as outras forças políticas. “Estamos prontos para governar” – disse o candidato da CDU.

Como pontos distintivos do que será a governação da CDU – a exemplo do que já é prática nos 34 municípios onde tem a maioria – Carlos Jorge apontou:

  • i) a mudança no funcionamento da Câmara Municipal, garantindo que “não haverá nomeações baseadas na cor do cartão partidário, mas antes nas qualificações e competências”;
  • ii) a elaboração de um Plano Estratégico do Município de Ovar, para que os investimentos a realizar tenham em conta o que se pretende para o futuro (“o que se quer para Ovar nos próximos 25 anos?”) e não sejam realizados de forma casuística;
  • iii) a luta pela reposição das freguesias de Arada, S. João e S. Vicente Pereira Jusã, devolvendo aos cidadãos as “suas freguesias” e
  • iv) a defesa dos serviços públicos, os quais “não podem ser um negócio”, nomeadamente a reversão da concessão do abastecimento de água e da gestão das redes de saneamento à ADRA, o aumento dos postos de atendimento dos CTT, assim como o Hospital de Ovar.

A finalizar, Carlos Jorge Silva sublinhou que, no próximo dia 1 de Outubro, nas eleições autárquicas, vão ser eleitas as Assembleias de Freguesia, a Assembleia Municipal e o Executivo da Câmara Municipal. Deste modo, quem quiser transformá-las na mera escolha do Presidente da Câmara está equivocado: vão ser eleitos 9 ou 7 vereadores para a Câmara Municipal (consoante o número de recenseados no Município). “Ter ou não a maioria absoluta neste órgão colegial faz toda a diferença” na definição das políticas. Por isso é muito importante a CDU eleger vereadores na Câmara Municipal para poder influenciar as tomadas de decisão e melhor defender os ovarenses.

Apresentação dos primeiros candidatos da CDU aos Órgãos Municipais


Notas Biográficas

Carlos Jorge Silva, candidato da CDU à Câmara Municipal de Ovar

Carlos Jorge Azevedo Silva, 59 anos

Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Ovar

Licenciado em Administração Pública, com o menor em Ordenamento do Território e Urbanismo.

Mestre em Planeamento Regional e Urbano, ambas as formações obtidas na Universidade de Aveiro.

Doutorando em Políticas Públicas na mesma universidade.

Investigador no Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro, especialista em demografia e avaliação de políticas públicas. Entre outras publicações científicas, é coautor do livro “A Demografia e o País – previsões cristalinas sem bola de cristal”, editado em 2015, pela Gradiva.

Dirigente mutualista, exerce atualmente funções executivas como presidente da direção de uma instituição, no Porto.

Integra a Comissão Concelhia de Ovar do PCP e o seu Executivo.

Foi membro da Assembleia Municipal de Gaia e da Assembleia de Freguesia de Santa Marinha entre 2001 e 2009. Desde 2013 que representou por diversas vezes o PCP na Assembleia Municipal de Ovar.



Miguel Jeri, primeiro candidato da CDU à Assembleia Municipal de Ovar

Miguel Luciano Jeri Correia de Sá, 30 anos

Primeiro Candidato à Assembleia Municipal de Ovar

Médico, a realizar a especialidade em Medicina Geral e Familiar.

Formação Académica: Mestrado Integrado em Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto (ICBAS).

Membro da Direcção do Sindicato de Médicos do Norte - FNAM.

No plano associativo foi presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Estudantes nda Escola Secundária José Macedo Fragateiro. Foi membro da Direcção da Associação de Estudantes do ICBAS. É vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral da Universidade Popular do Porto. É membro do Conselho Português de Paz e Cooperação. Foi organizador do projeto humanitário "Portugal-Mongólia" junto da Cruz Vermelha da Mongólia, com angariação de material médico e período de voluntariado neste país entre Agosto e Novembro de 2016.

Membro da Comissão Concelhia de Ovar do PCP desde 2004, integrando o seu Executivo. Membro da Direcção Regional de Aveiro do PCP desde 2014.

É eleito na Assembleia Municipal de Ovar pela CDU - Coligação Democrática Unitária desde 2013.

Teve lugar no passado sábado, dia 6 de Maio, junto ao Mercado Municipal, a apresentação dos primeiros candidatos da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara e Assembleia Municipal de Ovar. Esta apresentação, realizada em espaço público, contou com a adesão, não apenas dos activistas da CDU, mas também de muitos ovarenses foram engrossando o número de participantes. 

A iniciativa teve a presença de Óscar Oliveira, membro da DORAV do PCP, e Tiago Vieira, membro do Comité Central e responsável pela Organização Regional de Aveiro do PCP. Juliana Silva, em representação da Comissão Coordenadora da CDU em Ovar, começou por apresentar os candidatos:

Carlos Jorge Silva, licenciado em administração pública e dirigente associativo, candidato à Câmara Municipal de Ovar
Miguel Jeri, médico, candidato à Assembleia Municipal de Ovar

Foi a uma audiência que preenchia o largo que Miguel Jeri se dirigiu, fazendo um breve resumo da intervenção da CDU ao longo do actual mandato. Enquanto deputado municipal da CDU, ressaltou a defesa intransigente dos serviços públicos, nomeadamente na área da saúde (nomeadamente pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar), da água e saneamento e da recolha de resíduos sólidos. Neste aspecto a CDU destaca-se pela sua coerência, ao contrário de PS e PSD, que têm mantido posições contraditórias ou mesmo de ataque aos serviços públicos.

Miguel Jeri lembrou que foi por proposta do PCP que foi aprovada, na Assembleia Municipal de Ovar, uma Moção pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar, pela reabertura do Serviço de Urgências e a admissão, nos quadros, dos 30% de trabalhadores precários. Terminou ressaltando a importância do aumento do número de eleitos no Município, o que se traduziria em maior capacidade de trabalho da CDU em prol dos interesses dos ovarenses.

Na sua intervenção, Carlos Jorge Silva, primeiro candidato pela CDU à Câmara Municipal de Ovar, referiu a total disponibilidade para assegurar a governação do Município de Ovar, assim os eleitores o entendam. Ou seja, a CDU vai a votos para disputar a Presidência da Câmara com as outras forças políticas. “Estamos prontos para governar” – disse o candidato da CDU.

Como pontos distintivos do que será a governação da CDU – a exemplo do que já é prática nos 34 municípios onde tem a maioria – Carlos Jorge apontou: 
  • i) a mudança no funcionamento da Câmara Municipal, garantindo que “não haverá nomeações baseadas na cor do cartão partidário, mas antes nas qualificações e competências”;
  • ii) a elaboração de um Plano Estratégico do Município de Ovar, para que os investimentos a realizar tenham em conta o que se pretende para o futuro (“o que se quer para Ovar nos próximos 25 anos?”) e não sejam realizados de forma casuística;
  • iii) a luta pela reposição das freguesias de Arada, S. João e S. Vicente Pereira Jusã, devolvendo aos cidadãos as “suas freguesias” e
  • iv) a defesa dos serviços públicos, os quais “não podem ser um negócio”, nomeadamente a reversão da concessão do abastecimento de água e da gestão das redes de saneamento à ADRA, o aumento dos postos de atendimento dos CTT, assim como o Hospital de Ovar.

A finalizar, Carlos Jorge Silva sublinhou que, no próximo dia 1 de Outubro, nas eleições autárquicas, vão ser eleitas as Assembleias de Freguesia, a Assembleia Municipal e o Executivo da Câmara Municipal. Deste modo, quem quiser transformá-las na mera escolha do Presidente da Câmara está equivocado: vão ser eleitos 9 ou 7 vereadores para a Câmara Municipal (consoante o número de recenseados no Município). “Ter ou não a maioria absoluta neste órgão colegial faz toda a diferença” na definição das políticas. Por isso é muito importante a CDU eleger vereadores na Câmara Municipal para poder influenciar as tomadas de decisão e melhor defender os ovarenses.

Teve lugar no passado sábado, dia 6 de Maio, junto ao Mercado Municipal, a apresentação dos primeiros candidatos da Coligação Democrática Unitária (CDU) à Câmara e Assembleia Municipal de Ovar. Esta apresentação, realizada em espaço público, contou com a adesão, não apenas dos activistas da CDU, mas também de muitos ovarenses foram engrossando o número de participantes.


A iniciativa teve a presença de Óscar Oliveira, membro da DORAV do PCP, e Tiago Vieira, membro do Comité Central e responsável pela Organização Regional de Aveiro do PCP. Juliana Silva, em representação da Comissão Coordenadora da CDU em Ovar, começou por apresentar os candidatos:


Carlos Jorge Silva, licenciado em administração pública e dirigente associativo, candidato à Câmara Municipal de Ovar

Miguel Jeri, médico, candidato à Assembleia Municipal de Ovar


Foi a uma audiência que preenchia o largo que Miguel Jeri se dirigiu, fazendo um breve resumo da intervenção da CDU ao longo do actual mandato. Enquanto deputado municipal da CDU, ressaltou a defesa intransigente dos serviços públicos, nomeadamente na área da saúde (nomeadamente pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar), da água e saneamento e da recolha de resíduos sólidos. Neste aspecto a CDU destaca-se pela sua coerência, ao contrário de PS e PSD, que têm mantido posições contraditórias ou mesmo de ataque aos serviços públicos.


Miguel Jeri lembrou que foi por proposta do PCP que foi aprovada, na Assembleia Municipal de Ovar, uma Moção pela manutenção da autonomia do Hospital de Ovar, pela reabertura do Serviço de Urgências e a admissão, nos quadros, dos 30% de trabalhadores precários. Terminou ressaltando a importância do aumento do número de eleitos no Município, o que se traduziria em maior capacidade de trabalho da CDU em prol dos interesses dos ovarenses.


Na sua intervenção, Carlos Jorge Silva, primeiro candidato pela CDU à Câmara Municipal de Ovar, referiu a total disponibilidade para assegurar a governação do Município de Ovar, assim os eleitores o entendam. Ou seja, a CDU vai a votos para disputar a Presidência da Câmara com as outras forças políticas. “Estamos prontos para governar” – disse o candidato da CDU.


Como pontos distintivos do que será a governação da CDU – a exemplo do que já é prática nos 34 municípios onde tem a maioria – Carlos Jorge apontou:

i) a mudança no funcionamento da Câmara Municipal, garantindo que “não haverá nomeações baseadas na cor do cartão partidário, mas antes nas qualificações e competências”;

ii) a elaboração de um Plano Estratégico do Município de Ovar, para que os investimentos a realizar tenham em conta o que se pretende para o futuro (“o que se quer para Ovar nos próximos 25 anos?”) e não sejam realizados de forma casuística;

iii) a luta pela reposição das freguesias de Arada, S. João e S. Vicente Pereira Jusã, devolvendo aos cidadãos as “suas freguesias” e

iv) a defesa dos serviços públicos, os quais “não podem ser um negócio”, nomeadamente a reversão da concessão do abastecimento de água e da gestão das redes de saneamento à ADRA, o aumento dos postos de atendimento dos CTT, assim como o Hospital de Ovar.


A finalizar, Carlos Jorge Silva sublinhou que, no próximo dia 1 de Outubro, nas eleições autárquicas, vão ser eleitas as Assembleias de Freguesia, a Assembleia Municipal e o Executivo da Câmara Municipal. Deste modo, quem quiser transformá-las na mera escolha do Presidente da Câmara está equivocado: vão ser eleitos 9 ou 7 vereadores para a Câmara Municipal (consoante o número de recenseados no Município). “Ter ou não a maioria absoluta neste órgão colegial faz toda a diferença” na definição das políticas. Por isso é muito importante a CDU eleger vereadores na Câmara Municipal para poder influenciar as tomadas de decisão e melhor defender os ovarenses.

 
Habitovar e Alto-Saboga (Ovar esquecido...!) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Sexta, 05 Maio 2017 20:34

Na última jornada de distribuição do Boletim Informativo, os comunistas tiveram oportunidade de contactar com moradores da Habitovar e do Conjunto Habitacional do Alto Saboga (CHAS). Neste último, ouviu queixas de que a Câmara Municipal deveria dar mais e maior atenção a esta comunidade no Alto Saboga.

Os habitantes do CHAS informaram que, apesar da presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Ovar, em Julho de 2015, neste conjunto habitacional, não houve qualquer resolução dos problemas colocados na altura. Porque estes problemas ainda estão por resolver, o PCP tomou a devida nota e apresentará as carências desta comunidade ao executivo camarário, exigindo pronta resolução.

As necessidades levantadas, a merecer tratamento urgente, foram as seguintes:

1. As coberturas do CHAS são compostas por telhas de fibrocimento. Tendo sido diagnosticados diversos casos de cancro em moradores - e conhecendo-se a sua possível relação com a exposição ao amianto -, o PCP questiona: para quando a substituição destas coberturas?

2. Em 1993, a Câmara Municipal de Ovar prometeu aos moradores do CHAS a criação de um equipamento desportivo junto ao bairro. Para quando a execução de uma promessa com mais de 20 anos?

3. O piso dos arruamentos, especialmente na zona das garagens, encontra-se muito degradado. Para quando a sua requalificação?

4. As marcações das vias rodoviárias junto ao complexo habitacional, nomeadamente das passadeiras para peões, estão quase invisíveis. Para quando nova marcação?

Através do competente requerimento, estas questões serão, muito em breve, colocadas pelo PCP ao actual Executivo Camarário.

CHAS

CHAS



CHAS

CHAS

 
Distribuição do Boletim Informativo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 03 Maio 2017 21:56

A Comissão Concelhia de Ovar do PCP editou uma nova versão do seu Boletim Informativo, com informação variada da atividade do PCP no concelho de Ovar.

Como tem sido habitual, a distribuição do Boletim tem sido feita pelos próprios militantes, em muitas acções ao longo de várias semanas. Nestas iniciativas os militantes aproveitam para contactar as populações, identificando e ouvindo os seus problemas, estudando eventualmente soluções.

O documento além de dar conta do trabalho desenvolvido pelo PCP, levanta uma série de problemas que têm afectado a população. Assim, são abordados temas como:

  • A necessidade de requalificação das estações e apeadeiros do concelho; 
  • A defesa do Hospital de Ovar, e a moção apresentada pelo PCP na Assembleia Municipal neste sentido;
  • Os distúrbios no serviço público de correios; 
  • A luta por melhor habitação junto dos moradores do Bairro do SAAL em Cortegaça
  • A luta pela melhoria da EN327 em São João de Ovar
  • A realidade da luta dos trabalhadores da Sorgal por melhores condições de salariais.
A última distribuição lugar no sábado, no Mercado Municipal de Ovar e em Esmoriz. Continuará nas próximas semanas, levada a cabo pelos militantes das várias freguesias do concelho, sempre numa perspectiva de trabalho em proximidade e prestação de contas à população. Pela melhoria das condições de vida do povo e por uma vida melhor!

Boletim Informativo - Mercado Municipal de Ovar

Boletim Informativo - Mercado Municipal de Ovar


 
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