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Audição pública da CDU sobre serviços de saúde PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Terça, 30 Julho 2013 19:33

Pedro Sá Pinto, Miguel Jeri, Dinis Silveira, Pedro Pinto e Paulo Anacleto

Conforme anunciado, a CDU promoveu na passada sexta um debate subordinado às questões da saúde. A sessão contou com a participação de Dinis Silveira, primeiro candidato à Câmara Municipal, Miguel Jeri, primeiro candidato à Assembleia Municipal, Pedro Pinto, médico no Centro Hospitalar do Baixo Vouga e Paulo Anacleto, dirigente nacional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses. Como moderador esteve Pedro Sá Pinto, enfermeiro e membro da Comissão Coordenadora de Ovar da CDU.

Dinis Silveira abriu a sessão, introduzindo o tema e destacando a importância que têm os serviços saúde para a população, bem como das posições e atitude da CDU neste âmbito, uma força coerente sempre em defesa do Serviço Nacional de Saúde público, universal, geral e gratuito. Seguiu-se Pedro Pinto, com uma intervenção de fundo sobre o estado actual da saúde em Portugal, num momento em que o SNS sofre um processo de destruição acelerada pelo actual governo PSD/CDS. Desde sempre a saúde foi vista pelo grande capital como uma grande oportunidade de negócio; mas nunca como hoje essa mercantilização foi tão evidente, tal como confessou recentemente Isabel Vaz, presidente do grupo BES/Saúde: "melhor só o negócio das armas!" E é no sentido de tornar a saúde um negócio que se tem pautado a política do actual Ministério da Saúde, ou não fosse o actual ministro ex-administrador da Medis, uma importante seguradora de saúde. A intervenção focou ainda a importância dos cuidados de saúde primários, a luta dos profissionais de saúde e os gastos públicos com a saúde, desmontando a tese tão cara à direita de que Portugal seria um país gastador neste aspecto: na realidade apresenta um gasto de inferior ao da média da UE, de apenas 6,5% do PIB.

Paulo Anacleto, destacado dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses expôs a situação da privatização dos serviços de saúde que tem ocorrido um pouco por todo o país. Uma privatização que se dá, primeiro, pelo esvaziamento/desinvestimento nos serviços de saúde e, depois, pela ocupação do vazio entretanto deixado pelo sector privado, que tem florescido um pouco por todo o país. Um ataque ao SNS que se dá à custa e à revelia dos interesses dos utentes e dos profissionais de saúde. Um ataque que tem sido levado a cabo, sequencial e alternadamente, por PS/PSD/CDS, independentemente das caras que vão mudando no Ministério. Um ataque que apenas pode ser travado pela luta firme, constante, consciente e esclarecida quer dos utentes e respectivas comissões, quer dos profissionais de saúde e organizações representativas.

População debateu os serviços de saúde no concelho

A intervenção de Miguel Jeri focou os cuidados de saúde no concelho, fazendo um ponto da situação quer dos cuidados de saúde primários, quer do Hospital de Ovar. Após uma introdução sobre as origens e história do Hospital de Ovar, destacou as importantes lutas que se travaram aquando do encerramento da maternidade, da pediatria e das urgências, bem como do papel activo da CDU no esclarecimento e mobilização da população. De facto a CDU foi a força política que mais pugnou pelo não encerramento destas importantes valências, demonstrando e defendendo a sua viabilidade, e demarcando-se então da atitude subserviente da Câmara Municipal que acabou por aceitar o encerramento das urgências a troco de algumas contrapartidas. No que toca ao momento actual, e tendo em conta os acontecimentos recentes sobre a ameaça de alienação do hospital para as misericórdias, é importante que a população mantenha uma atitude de permanente vigilância: as intenções do governo não mudaram, nem vão mudar e só a luta dos cidadãos em defesa do seu Hospital pode levar os governantes a alterar políticas.

Seguiu-se o período da intervenção do público, onde se deu ênfase à grande evolução que o hospital teve após o 25 de Abril e dos serviços que passou a prestar à população. Naturalmente e tendo em conta o momento actual, o tema do hospital foi central na discussão. Reconheceu-se o trabalho incansável da CDU no que à luta contra o desmantelamento do hospital de Ovar diz respeito e salientou-se, igualmente, a importância da mobilização e empenho dos utentes, essencial para travar cada nova machadada nos serviços de saúde. As dificuldades com o transporte para os hospitais vizinhos também são evidentes, num momento em que o governo cortou brutalmente nos apoios ao transporte de doentes não urgentes, e em que qualquer viagem implica custos importantes com portagens e combustível. Neste sentido, o nosso hospital continua a prestar um serviço insubstituível de proximidade. A população deixou bem claro que não irá ficar de braços cruzados ante qualquer tentativa de diminuição dos serviços do seu hospital, o Hospital de Ovar.

Os candidatos da CDU, coerentes com a sua intervenção, as suas convicções e o programa político que representam, tudo farão para, dentro das suas competências e possibilidades, promover e principalmente defender os serviços de saúde no concelho, quer a nível de cuidados primários, quer a nível de cuidados hospitalares. Estarão onde sempre estiveram: com o povo, representado-o nas instituições, acompanhando-o nas manifestações de massas.

Mais fotografias aqui.

População debateu os serviços de saúde no concelho

 
Audição pública: Serviços de Saúde | Sexta 26/Julho, 21h30 | Junta de Freguesia de Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Quinta, 25 Julho 2013 03:20
Audição pública: Serviços de Saúde

Sexta 26/Julho, 21h30 | Junta de Freguesia de Ovar | Evento aqui


No âmbito da construção do seu programa eleitoral, a CDU promove uma série de audições públicas/debates com a população sobre diversos temas de importância para o concelho. O programa da CDU para o concelho quer-se dinâmico e profundamente ligado às aspirações da população vareira. Por isso é importante que participe!

Neste debate, sobre Serviços de Saúde, contaremos com a participação de:

  • Pedro Pinto, médico no Centro Hospitalar do Baixo Vouga
  • Paulo Anacleto, dirigente nacional do Sindicatos dos Enfermeiros Portugueses
  • Dinis Silveira, primeiro candidato à Câmara Municipal de Ovar
  • Miguel Jeri, primeiro candidato à Assembleia Municipal de Ovar

Audição pública: serviços de saúde | Sexta 26/Julho, 21h30 | Junta de Freguesia de Ovar

 
A CDU reúne com o novo Conselho de Administração do Hospital de Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Terça, 23 Julho 2013 15:58

CDU reúne com novo Conselho de Administração do Hospital de Ovar

A CDU reuniu na passada sexta-feira com o recentemente empossado Conselho de Administração (CA) do Hospital de Ovar, representado pelo Dr. José Luís Gonçalves Vaz, pela Dra. Júlia Oliveira e pela Enfermeira Lúcia Monteiro.

Na reunião houve diversos pontos de convergência. Desde já o modelo de gestão adoptado pelo CA, de gestão consensualizada com os trabalhadores, tendo com eles reunido, ao longo das últimas semanas, procurando compreender a situação e problemas do hospital e encontrar soluções.

Pretende, assim, adoptar uma gestão transparente quer para o exterior - sociedade - quer para o interior - para os profissionais de saúde daquela casa. Ficou claro que os objectivos passam pela prestação de um serviço público e universal de excelência, tendo como pilares os conceitos de proximidade e identidade, marcas que se querem distintivas do Hospital da nossa cidade: "A população de Ovar precisa de ver este hospital como o seu Hospital".

O Hospital de Ovar conta actualmente, com serviços nas áreas de Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, CTAO (Hipocoagulados), Diabetologia, Dietética, Fisiatria, Medicina Interna, Pediatria, Oftalmologia,  Ortopedia, Otorrinolaringologia, Psicologia Clínica, Urologia, Podologia e Dermatologia. Persistem, no entanto, alguns problemas, como a existência de cerca de 30% dos trabalhadores em regime de trabalho temporário, que decorre do facto da instituição não se encontrar no sector empresarial do Estado. Por outro lado, perspectiva-se no futuro um aumento da oferta do serviço de ambulatório (como sejam equipas de cuidados paliativos na comunidade e consultas externas de psiquiatria, neurologia e pneumologia). Relativamente à manutenção das actuais consultas externas, o CA foi claro: a sua manutenção é inquestionável.

Após uma saudação à nova administração pela tomada de posse e pelos moldes em que se propõe administrar esta valência, houve espaço para debater os recentes acontecimentos referentes à tentativa de privatização às misericórdias. Sobre a questão, colocada pela CDU, sobre em que moldes estaria prevista a gestão do Hospital de Ovar no futuro, o CA referiu não ser sua competência definir o modelo de gestão futuro, dado que existem entidades tutelares mandatadas pelo Governo a quem compete essa decisão.


A posição da CDU

Desta reunião, a CDU deduz que a actual administração tudo fará para manter o Hospital com um serviço público, universal e de qualidade.

No entanto não pode deixar de notar que a decisão sobre o futuro do Hospital é da competência dos organismos governativos, que - esses sim - preferem manter a população na indefinição. Não é por acaso que o Ministério da Saúde não deu ainda resposta à Pergunta Parlamentar colocada em Maio pelo deputado do PCP, Jorge Machado, na qual se questionava claramente sobre que planos teria o Governo para o hospital. Tendo isto em conta, e num contexto em que a actuação do Ministério da Saúde se tem pautado por constantes encerramentos de valências - que apenas servem interesses dos grupos privados de saúde - a CDU não é ingénua: não é actualmente possível garantir que no futuro o Hospital de Ovar não sofra nova tentativa de privatização ou desmantelamento.

É neste contexto que a CDU apela à população para que se mantenha atenta e preparada para defender prontamente o seu hospital. A vida e a experiência têm mostrado que são a resistência e capacidade de mobilização das populações que têm conseguido impedir cada encerramento, cada desmantelamento, cada machadada no Serviço Nacional de Saúde.

Na reunião CDU pôde reafirmar a sua posição de defender um Serviço Nacional de Saúde como serviço público, geral, universal e gratuito, com garantia de acesso em qualidade aos cuidados de saúde. Rejeita, de igual modo, as políticas desenvolvidas pelos sucessivos governos PS/PSD e CDS de ofensiva contra o SNS que se sustentam no falso argumento de que uma melhor racionalização dos meios apenas seria possível com uma gestão privada. Na verdade todas as privatizações vieram acompanhadas de relevantes subidas de custos (seja para os utentes, seja para o Estado); de degradação dos serviços; de diminuição da sua oferta; de precarização e aumento dos níveis de exploração dos trabalhadores.

Também as privatizações (quer as do PS, quer as do PSD) vieram acompanhadas pelo argumento falacioso de que "o serviço público seria mantido". É importante realçar que para a CDU um serviço público não é apenas aquele que "está aberto ao público" (uma vez que qualquer hospital privado também estará aberto ao público...) mas sim aquele que tem uma gestão efectivamente pública, integrada no Serviço Nacional de Saúde.

A CDU saúda o aumento da oferta de serviços que o Hospital possa vir a dar, mas realça que a proximidade dos serviços actualmente existentes no Hospital é um valor por si só, pelo que se oporia a qualquer redução na oferta destes sob o argumento de que estes já existiriam, por exemplo, noutro hospital do distrito. Apenas a título de exemplo, para um habitante do concelho é substancialmente mais difícil, mais caro e mais incómodo ter de se deslocar dezenas de quilómetros à capital de distrito para visitar um familiar doente internado num serviço de medicina interna, do que ter de deslocar à sede de município para o mesmo efeito. Neste sentido, a CDU não vê como redundantes os serviços actualmente prestados pelo Hospital de Ovar.

A CDU manifesta confiança na gestão que se inicia com o actual CA, bem como na motivação dos trabalhadores para defender um hospital público e de qualidade. Mantém, no entanto, reservas quanto às intenções do Ministério da tutela no que ao futuro do Hospital de Ovar diz respeito, tendo em conta os acontecimentos recentes quer no concelho, quer no país.

 
PCP assinala dois anos de política desastrosa do PSD/CDS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Terça, 16 Julho 2013 16:57

Dinis Silveira no Mercado Municipal

No meses de Junho e Julho militantes do PCP estiveram em todo o concelho em acções de contacto com a população vareira. As jornadas de contacto contaram com a participação do primeiro candidato da CDU à Câmara Municipal, Dinis Silveira. Nelas foi distribuído um folheto informativo que sinaliza os 2 anos da assinatura do Pacto de Agressão assinado PSD/CDS e PS e executado pelos dois primeiros com a conivência do terceiro. Dois anos de pura destruição da economia e das condições de vida dos portugueses, e que a ser continuado, abrirá perspectivas ainda mais negras para o futuro. Nestes dois anos regista-se, entre outras marcas da destruição do país:

  • Um documento que denuncia o aumento de desemprego, actualmente em 1 milhão e 400.000 desempregados, mais 430.000 do que em 2011.
  • A diminuição do consumo das famílias, com uma quebra da ordem dos 10%
  • A diminuição do valor dos salários reais, já na ordem dos 9,2%.
  • O aumento da dívida pública em 48.000 milhões de euros, totalizando já 202.000 milhões de euros.
  • A quebra no PIB, de -5,5%
  • A emigração forçada, com uma vaga que já conta com mais de 250.000 emigrantes, na sua maioria jovens.

PCP nas empresas


O documento dá também combate às medidas apresentadas do alargamento do horário de trabalho, do aumento da idade da reforma, aos cortes na saúde, educação e segurança social, os despedimentos em massa na administração pública.

PCP em contactos com a populaçãoUma autêntica hecatombe social que se dá no mesmo momento em que os lucros dos grandes grupos económicos crescem exponencialmente, em que se anunciam privatizações - negócios chorudos para os privados mas ruinosos para o Estado, ou em que um Estado já despudoradamente ao serviço do capital desembolsa 1.000 milhões em autênticos escândalos de gestão ruinosa dos dinheiros públicos, como é o caso dos contratos SWAP.


PCP em contactos com a populaçãoOs militantes do PCP, coerentes com o seu discurso, reafirmaram manter como prioridades a defesa e melhoria dos serviços públicos, a democratização da cultura e do desporto, o desenvolvimento ecologicamente sustentável, o respeito e dignificação do trabalho e a valorização do Poder Local Democrático, lutando por uma política patriótica e de esquerda que valorize os salários e as pensões dos trabalhadores e da população, uma política que rejeite o pacto de agressão, que renegocie a dívida pública e que promova a produção nacional.


É tempo de dizer basta e demitir o governo e realizar eleições antecipadas!


Dinis Silveira no Mercado Municipal

PCP em contactos com a população

 
Dinis Silveira em contacto com os moradores dos Bairros do Lamarão e de S. José PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Segunda, 15 Julho 2013 15:06

Dinis Silveira no Bairro do Lamarão

Vários activistas da CDU, entre os quais Dinis Silveira e Miguel Jeri, candidatos aos órgãos municipais, estiveram este domingo em contactos com a população nos Bairros do Lamarão e de S. José, em Ovar. Foi distribuído um documento da CDU que sintetiza, para já, três grandes e boas razões para confiar o voto na CDU.

  • Mais capacidade de resolução dos problemas: uma gestão séria e competente, uma sólida garantia do prosseguimento do trabalho e da honestidade que lhe são reconhecidas.
  • Mais voz à defesa do povo e dos seus direitos: uma presença com que os trabalhadores e a população podem contar na defesa das suas aspirações, na luta pelo direito a serviços públicos de qualidade, pelo direito à água, saúde e à educação.
  • Mais força na luta por uma vida melhor num Portugal com futuro: apoiar a CDU é acrescentar força à luta e à razão de todos os que não aceitam o rumo de desastre nacional e que aspiram a uma outra política, patriótica e de esquerda.


Estado da rua no LamarãoNos contactos efectuados, a falta de condições da rede viária, sem remodelações há vários anos, saltou desde logo como o problema que mais queixas teve entre a população.

No Bairro do Lamarão o sistema de escoamento de águas pluviais continua a provocar problemas no piso, que se assemelha a um campo de batalha, mesmo após a pavimentação com alcatrão que a Câmara lá concedeu há alguns anos.


Já no Bairro de S. José, salta à vista o abandono indignante a que a autarquia tem votado o espaço público circundante: a porção norte do bairro continua por pavimentar, não há um parque infantil, e persiste a falta de um corredor de segurança entre a mata e algumas das habitações, configurando um perigo real depois de semanas de temperaturas elevadas que terão secado excessivamente a mata envolvente.


CDU no Bairro de S. JoséEm ambos os bairros os moradores manifestaram ainda o seu descontentamento pelo aumento do preço da água, num momento em que as magras reformas e os magros salários mal chegam ao fim do mês. Ficou evidente o mal-estar relativamente à decisão da Câmara Municipal de adesão à AdRA, que culminou no aumentos geral de tarifas, tal como a CDU sempre denunciou. A recolha de lixo foi outra das preocupações, num momento em que o Governo se prepara para privatizar a EGF, detentora de 51% do capital da ERSUC, que se enquadra nas intenções do memorando de entendimento assinado pelo PSD/CDS/PS.


Começa a ser demasiado evidente para a população que é no mínimo contraditório que estes partidos, depois de subscreverem um documento - o Memorando da Troika - que é um golpe profundo no estado social e na viabilidade dos serviços públicos, venham depois, a nível local e com outras caras, afirmarem-se defensores dos mesmos serviços cuja destruição decretaram com a sua assinatura.

CDU no Bairro de S. José

Torna-se, assim, crescente a simpatia da população por uma política que coloque os serviços públicos em mãos públicas, organizados para a eficácia e para a satisfação das necessidades comuns e não para obtenção de lucro para um punhado de accionistas. Uma política que não pode ser executada pelos partidos que destroem o Estado Social a nível central e vêm, depois, fingir minimizar esta destruição a nível local. Mas uma política cuja execução exige a coerência da CDU, profundamente comprometida com a defesa dos serviços públicos, seja na Assembleia República, seja nas Câmaras Municipais (onde é poder e onde não é), seja nas Assembleias Municipais, seja nas Assembleias de Freguesia, seja na rua, com o povo.

A CDU em contactos com a população

 
Ambiente de confiança no Convívio Regional da CDU! PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 14 Julho 2013 18:17

Comício com Jerónimo de Sousa no Parque do Buçaquinho

O secretário-geral do PCP, camarada Jerónimo de Sousa, reiterou a ideia de que este governo está morto e foi a luta que o matou. Uma luta constituída por uma prolongada soma de muitas lutas com expressões e dimensões amplamente diversificadas em que o impacto da Greve Geral de 27 de Junho, pelo seu significado e dimensão, demonstrou, irremediavelmente, quão isolado está este governo e as políticas que prossegue e agrava.

Antes, o companheiro Miguel Martins, membro da Comissão Executiva do Partido Ecologista "Os Verdes", aludira também ao desemprego, à miséria e à fome que alastram, exigindo uma resposta política que a CDU está em condições de assegurar.

Luís Quintino, membro do executivo da DORAV, após uma breve síntese das consequências dramáticas das políticas de direita no Distrito de Aveiro, denunciou algumas manobras eleitoralistas dos partidos de direita com a aproximação das eleições autárquicas. Fazendo um resumo do andamento da preparação das listas da CDU no distrito, afirmou que há razões para ter confiança num bom resultado da CDU nas eleições de 29 de Setembro.


Estas intervenções tiveram lugar no Comício anunciado para aquele convívio e após a apresentação de todos os cabeças de lista aos órgãos municipais do distrito de Aveiro e autarquias do concelho de Ovar. O grupo Gente d'Alma Portuguesa iniciou o comício com alguns momentos de animação musical.

O Convívio Regional de Aveiro da CDU, realizado no sábado, dia 13, terminou com a alegria preambular da Festa do Avante que se avizinha e das Autárquicas 2013, motivos de exigente militância, base fundamental da confiança na CDU, tornada expressão emblemática, plena de significado e verdade. Tal foi o ambiente no parque de merendas do Buçaquinho, Cortegaça, Ovar.

Artigo de www.aveiro.pcp.pt.

Mais fotografias em:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.525146770874503.1073741833.486424844746696&type=1&l=60eab8b962

Animação, força e confiança da CDU no distrito de Aveiro!

 
Saudação à Greve Geral de 27 de Junho, golpe irreparável na viabilidade do Governo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 08 Julho 2013 21:42

A Comissão Concelhia de Ovar do PCP saúda os trabalhadores de Ovar que, resistindo a todas as pressões, aderiram à Greve Geral, juntando-se aos milhares e milhares de trabalhadores que em todo o país perderam um dia de salário para encetar uma das formas de luta mais difíceis mas também mais temidas pelos executores da política de direita. Uma decisão digna, altruísta e acima de tudo corajosa, uma demonstração de que a classe trabalhadora tem poder para travar o rumo de desastre do país, uma acção que os comunistas fazem questão de saudar. 

Trata-se de uma adesão que deve ser lida no contexto não só de apelos à resignação numa comunicação social cada vez mais submetida ao pensamento único, mas também de graves e crescentes condicionamentos no exercício desse direito, tendo sido registadas (uma vez mais) ameaças de despedimento ou de não renovação de contratos, veladas ou não, entre outras pressões de vários tipos.

No concelho, a greve teve adesão significativa no Hospital de Ovar (50% de adesão), nas Piscinas Municipais (encerradas), na Biblioteca Municipal (100% - encerrada), nos Estaleiros da Câmara (85%), na SIKA (50%), na Provimi (100% primeiro turno, 50% no segundo), nas escolas e em muitos outros locais de trabalho com adesões variáveis.

PCP em solidariedade com greve geral


Uma Greve Geral que o Comité Central do PCP avaliou como um abalo irreparável no Governo.

O acerto desta avaliação revelou-se nos dias que se seguiram: a instabilidade que abalou o governo, a demissão do Ministro das Finanças e Ministro de Estado Vítor Gaspar, a controversa nomeação para de Maria Luís Albuquerque (envolvida no escândalo dos SWAP's) para Ministra das Finanças, a demissão "irrevogável" de Paulo Portas, o anúncio da demissão de outros ministros do CDS, o recuo oportunista deste partido e todo o espectáculo rocambolesco e degradante a que se assiste e que ainda não terminou.

Independentemente do desfecho a curto prazo, o governo e as políticas que executa saem feridos de morte após os acontecimentos dos últimos dias.

A queda do governo e a convocação de eleições antecipadas é condição indispensável para a construção de outra política ao serviço do povo e do país, num Portugal democrático, próspero e solidário. É neste sentido que os comunistas em Ovar apelam à continuação da adesão dos trabalhadores e população de Ovar a todas as formas de luta que penalizem severamente os partidos PSD/CDS que, obedecendo aos ditames e interesses da troika e do grande capital, lhes destrói o emprego, os salários, as pensões, os direitos sociais, o direito a um futuro e a uma existência digna.

 
PCP questiona Câmara sobre apoios insuficientes ao Museu de Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 01 Julho 2013 20:56

Museu enfrenta problemas de financiamento para o restauro da fachada posterior

O Museu de Ovar é fundamentalmente (mas não só)  um museu etnográfico e integra-se no contexto cultural de preservação da memória de tradições, formas de viver, formas de arte e cultura popular, peças várias, algumas de grande valor, relacionadas com actividades económicas que fizeram o quotidiano da população da região de Ovar. Existe formalmente desde 1963, mas a recolha do seu vasto espólio fez-se desde muito antes e continua até hoje

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Sala da apicultura (foto do Museu de Ovar)

É um pilar fundamental da Rede Museológica de Ovar e cumpre, na prática, uma importante função no serviço público da preservação da memória colectiva.

Actualmente todo o trabalho de conservação e catalogação é feito duma forma séria, organizada e abnegada por duas funcionárias, o que permite que o museu mantenha a qualidade que tem. Do seu espólio destacam-se, entre outros, uma formidável colecção de trajes de Norte a Sul do país e trajes do mundo, bem como a famosa «Tabaqueira», peça angolana em arte quioca, um exemplar dos poucos que existem no mundo.

É este prestígio que tem permitido ao Museu expor em lugares tão distantes como Goa (Índia), Japão, Estados Unidos da América, França ou Espanha. No entanto, por questões de espaço, apenas uma pequeníssima parte do seu espólio se encontra exposto.


Reprodução dos utensílios e indumentária típico do quotidiano vareiro (foto do Museu de Ovar)

Para de algum modo colmatar o reduzido espaço, diversificar a oferta cultural e abrir ainda mais o espaço à sociedade, o Museu iniciou uma intervenção no rés-do-chão, onde pretende fazer um pequeno auditório, o que requer algum investimento não apenas nas obras estruturais mas também nos acabamentos, meios audiovisuais, etc. Abalançou-se também ao restauro dos azulejos da fachada das traseiras.

É por isto que o Museu de Ovar precisa de apoio financeiro pois luta com grandes dificuldades, inclusivamente para pagar os magros (mas possíveis) salários às funcionárias que têm mantido o Museu vivo. No entanto, as transferências feitas pela Câmara parecem não ter tido em conta esta realidade extraordinária.

Delegação do PCP nas instalações do Museu de Ovar


O PCP valoriza os protocolos e parcerias de qualidade no âmbito cultural, como é o caso da realizada com a Fundação de Serralves, e nem por momentos coloca em causa o valor acrescentado que tal parceria traz à população de Ovar no que à divulgação da cultura diz respeito. Mas é absolutamente imperativo não esquecer o que se tem cá dentro – o nosso património e memória coletivas - mantidos há anos, desinteressadamente e com muito custo pelos nos nossos.

Neste sentido, o PCP, através da sua eleita Manuela Mourão, apresentou um requerimento na Assembleia Municipal onde exorta a Câmara a rever o valor do protocolo no que respeita ao investimento, uma vez que 1200€ para uma obra desta envergadura é manifestamente insuficiente.


Requerimento


 
Intervenção de Manuela Mourão na Assembleia Municipal de Ovar - 26 de Junho de 2013 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 26 Junho 2013 23:00

Manuela Mourão, eleita do PCP na Assembleia Municipal de OvarÀ Mesa,

Aos Deputados,

Ao Público,

Aos Meios de Comunicação Social,


1. Período antes da Ordem do Dia

1.1 - Sobre a luta dos professores pela Escola Pública

Como professora não podia ignorar aqui a luta dos professores que nas últimas semanas foram o tema central de todas as comunicações: inundaram as televisões, as rádios, o ciber-espaço através da net, as mesas dos cafés, as conversas de rua, os lares familiares, o fóruns políticos.

Professores em Luta pela Escola PúblicaUmas vezes compreendida, outras nem tanto, e outras básica e alarvemente aldrabadas, é preciso e justo lembrar que os docentes estiveram em luta, não só pelos seus direitos e pela dignidade da sua profissão (e só isso já legitimaria a sua indignação e a sua luta), mas com esta luta defenderam uma Escola pública, democrática e de qualidade. Foi esta escola que permitiu a vastos estratos de população ascender na escala académica e pessoal a lugares que antes do 25 de Abril nunca poderia ter sonhado sequer. Eu sou testemunha disso enquanto aluna e já como professora.


Este mesmo Governo, que se diz preocupado com as consequências da luta para os estudantes e as suas famílias, é o mesmo que, ao longo dos últimos dois anos, não tem feito outra coisa que não seja avançar com medidas que prejudicam significativamente as condições de trabalho nas escolas e degradam a qualidade do ensino, nomeadamente quando aumenta o número de alunos por turma, quando avança para a constituição de mega-agrupamentos que desumaniza os espaços e aumenta a descoordenação pedagógica, quando introduz alterações curriculares que procuram, sobretudo através das alterações das matrizes curriculares, aplicar na área da educação as imposições da «Troika», quando exclui milhares de alunos com necessidades educativas especiais do apoio de professores de Educação Especial - medidas que, globalmente, têm um único objectivo: reduzir o número de professores e atacar a Escola Pública, prejudicando gravemente os estudantes. É pois justa a luta que foi travada e daqui saúdo aqueles que a travaram.


PCP questiona Câmara sobre apoios insuficientes ao Museu de Ovar1.2 - Sobre os apoios insuficientes dados pela Câmara ao Museu de Ovar

O Museu de Ovar é um pilar fundamental da Rede Museológica de Ovar e cumpre uma importante função no serviço público da preservação da memória colectiva. No entanto passa por grandes dificuldades, seja para pagar salários às funcionárias têm mantido o Museu vivo, seja para as obras de investimento num auditório que permitirá abrir ainda mais o Museu à sociedade. O PCP lamenta que as transferências feitas pela Câmara não tenham tido em conta esta realidade. Por essa razão o PCP apresenta um requerimento onde convida a Câmara a rever o valor do protocolo no que respeita ao investimento, uma vez que 1200€ para uma obra desta envergadura é manifestamente insuficiente.

[ver nota de imprensa]


1.3 - Sobre as obras de saneamento em S. Vicente Pereira

Finalmente, gostaríamos de fazer uma chamada de atenção para a forma como têm sido conduzidas as obras em S. Vicente Pereira. Vários moradores se têm queixado de que obras levadas a cabo para o instalar o saneamento - importantes, sem ponta de dúvida - estão a decorrer com prejuízo evidente da circulação normal das ruas principais das freguesias, para além de ser o trânsito constantemente interrompido sem alternativas. São disso exemplos o acesso à igreja de S. Miguel de Souto para a Escola Básica de S. Vicente. Os moradores reconhecem importância às obras mas questionam que se abra uma frente de obra tão grande e exigem um planeamento mais adequado das obras públicas, pagas com os impostos de todos.

 
Dinis Silveira inicia campanha no histórico Bairro 25 de Abril PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU   
Segunda, 24 Junho 2013 17:52

A CDU em campanha no Bairro 25 de Abril

Cerca de uma dezena de activistas da CDU, entre os quais Dinis Silveira e Miguel Jeri, candidatos à Câmara e Assembleia Municipal, estiveram no passado domingo numa acção de contactos com a população no histórico Bairro de 25 de Abril.

Nos contactos efectuados com os moradores foi possível auscultar os moradores sobre os seus problemas, sendo tema central da discussão a ameaça de privatização do Hospital de Ovar, recentemente anunciada pelo governo PSD/CDS-PP. De facto, os moradores demonstraram a sua apreensão pelo futuro desta valência à qual recorrem em caso de necessidade, realçando a sua importância para o concelho e não esquecendo o importante papel da CDU nas lutas contra o encerramento da maternidade, pediatria e serviço de urgência. Neste sentido, ficou clara a necessidade de serem precisos mais autarcas da CDU em Ovar, eleitos que se distinguem pelo seu compromisso com a defesa dos serviços públicos.

A CDU em campanha no Bairro 25 de Abril

A CDU pode orgulhar-se de ter um discurso coerente com a sua actuação local e nacional, sem recurso ao contorcionismo oportunista habitual no PS e PSD, que afirmam localmente uma coisa (e em tempo de eleições...) enquanto os governos que apoiam desencadeiam ataques brutais aos serviços públicos e ao SNS em particular.

Foram também apresentadas as linhas gerais de intervenção da CDU, uma intervenção com provas dadas em dezenas de autarquias do país e que pugna pela defesa e melhoria dos serviços públicos, pela democratização da cultura e do desporto, pelos direitos da juventude, pela defesa da escola pública, pelo desenvolvimento ecologicamente sustentável, pelo respeito e dignificação do trabalho, pela valorização do Poder Local Democrático.

Esta jornada de contacto não surge como um acto isolado, apenas para campanha; surge na sequência da intervenção constante que caracteriza a CDU ao longo do último mandato, um contacto permanente que lhe granjeia o prestígio que tem entre as populações e os trabalhadores.

A CDU em campanha no Bairro 25 de Abril

A CDU em campanha no Bairro 25 de Abril

 
Casa cheia na inauguração da exposição evocativa de Álvaro Cunhal PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Sábado, 22 Junho 2013 10:31

Renata Costa, Manuela Mourão, Carlos Gonçalves e Dinis Silveira

O salão da Biblioteca Municipal de Ovar foi pequeno para acolher a deslumbrante enchente de pessoas que acorreram a assistir à Sessão Inaugurativa da Exposição Evocativa de Álvaro Cunhal, por ocasião das comemorações do seu centenário. O evento teve como convidados especiais o Grupo de Coral de Professores, bem como a presença de Carlos Gonçalves, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP.

Casa cheia na inauguração da exposição evocativa de Álvaro Cunhal

A sessão iniciou-se com o visionamento de um documentário sobre a vida e obra de Álvaro Cunhal, com uma breve síntese da sua vida, do seu papel no pensamento do movimento comunista - reconhecido a nível internacional, na avaliação certeira da situação do país e das vias para a derrota do fascismo, no crescimento do PCP para um grande partido nacional, na Revolução de Abril e efectivação das suas conquistas, no combate à deriva ideológica aquando das derrotas do socialismo, na denúncia dos verdadeiros objectivos da UE e da moeda única, apenas para citar alguns exemplos. Álvaro Cunhal deu o melhor da sua vida à causa comunista, causa que lhe valeu perseguições, prisões e torturas, tendo permanecido 11 anos seguidos nas cadeias fascistas, 8 dos quais em completo isolamento. Fugiu de forma extraordinária, não para abandonar a luta, mas para a continuar de novo, numa grande prova de coragem e compromisso com a luta do trabalhadores e do povo português - ideal que o guiou ao longo de toda a sua impressionante vida.

Casa cheia na inauguração da exposição evocativa de Álvaro Cunhal

No entanto, Álvaro Cunhal não foi apenas um político excepcional, um intelectual certeiro ou um homem de fibra, mas também um homem profundamente dedicado às artes. Destacou-se nas artes plásticas, realçando-se os seus "desenhos da prisão", desenhados nas duras condições de isolamento, Destacou-se na literatura, de onde emergem as suas obras "Até amanhã camaradas", "Cinco dias e cinco noites" e a tradução para português d'«O Rei Lear», de William Shakespeare, entre outras. Destacou-se na reflexão artística, de que é exemplo o seu ensaio sobre estética «A Arte, o Artista e a Sociedade».


Seguiu-se a actuação do Coral de Professores sob a direcção do Maestro Guilhermino Monteiro. Numa actuação memorável que soube com naturalidade cativar e envolver o público, cantou-se Zeca Afonso e as Canções Heróicas de Fernando Lopes Graça. A actuação terminou com o épico "Acordai", obra intemporal deste compositor e militante comunista. Após os aplausos que se estenderam por largos minutos, Manuela Mourão e Renata Costa procederam à oferta, em nome do PCP e em jeito de agradecimento, de um desenho de Álvaro Cunhal a cada um dos professores, bem como aos representantes da Câmara Municipal e da Biblioteca Municipal.

Grupo Coral de Professores, dirigido pelo Maestro Guilhermino Monteiro

A intervenção final ficou a cargo de Carlos Gonçalves, membro da Comissão Política, que fez um breve resumo da vida de Álvaro Cunhal, em todas as suas facetas - político, intelectual, artista - bem como da actualidade do seu pensamento, nas suas linhas essenciais, na compreensão do carácter predatório do capitalismo e da necessidade da sua superação pela via do socialismo. Vivemos tempos em que a esmagadora maioria do povo português sofre uma gigantesca extorsão por via de um Estado que não é mais do que a comissão gestora do grande capital, financeiro ou não. Em que as grandes opções políticas e económicas são tomadas em benefício de um punhado de grupos económicos e não do bem-estar do povo e do desenvolvimento do país. Em que - tal como o PCP sempre afirmou - a perda de democracia económica implica uma perda de democracia social, cultural e até política, visível na fascização progressiva do discurso e métodos do actual governo. E em que, dia após dia, se torna cada vez mais premente e mais urgente o derrube deste governo de desastre nacional, que enfrentará, já no próximo dia 27, os trabalhadores numa nova greve geral.

Carlos Gonçalves, da Comissão Política do PCP

"Exemplo que se projecta na actualidade e no futuro" - é este o título da exposição de Álvaro Cunhal que continuará disponível até ao dia 29 de Junho, no átrio da Biblioteca Municipal de Ovar. Uma exposição aberta a todos, que pretende espelhar não uma visão passadista da vida deste dirigente comunista, mas um exemplo de uma fascinante vida de luta abnegada que interessa a todos aqueles que - comunistas e não comunistas - lutam hoje por um futuro melhor para todos, por um Portugal justo e soberano no dia de amanhã.


A Comissão Concelhia de Ovar do PCP agradece sinceramente a presença de todos os convidados e entidades no evento, bem como de todos aqueles que, não podendo vir, enviaram uma mensagem de saudação.

 
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