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Sobre a informação falsa divulgada pelo PS relativa aos candidatos às eleições legislativas PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU (PCP-PEV)   
Quarta, 05 Agosto 2015 21:04

Miguel Viegas, primeiro candidato da CDU pela círculo eleitoral de Aveiro

A Comissão Coordenadora de Ovar da CDU denuncia a falsidade da informação recentemente veiculada pelo Partido Socialista, em nota publicada no dia 2 de Agosto de 2015, na qual afirma ser Vítor Ferreira (vereador do PS) "o único candidato de Ovar, nas listas do distrito de Aveiro, conhecidas que são as listas dos diferentes partidos e movimentos políticos".

Por precipitação ou por pura má-fé, o PS não dispõe de elementos que possam justificar esta afirmação num momento em que muitas listas, incluindo a da CDU, ainda não concluíram a apresentação pública da totalidade dos seus candidatos, e apenas uma comissão política desenraizada do concelho poderá ter permitido a divulgação de tal falsidade.

A CDU alerta ainda para o facto de esta informação estar a ser difundida por órgãos de comunicação social locais, de forma acrítica e sem qualquer trabalho de verificação da verdade.

Sem prejuízo de outros candidatos eventualmente anunciados, a CDU realça a apresentação dos seus 5 primeiros candidatos no passado dia 23 de Julho, facto totalmente ignorado pela comunicação social local, do qual se destacam:

Miguel Viegas - primeiro candidato, activista e dirigente político, ex-eleito na Assembleia Municipal de Ovar e com um trabalho de intervenção política, cívica e associativa marcante, indiscutível e reconhecida no concelho.

Renata Costa - quinta candidata pela CDU, de S. João de Ovar, representou por diversas vezes o PCP na Assembleia Municipal de Ovar e conta com um historial de intervenção política no concelho, especialmente entre a juventude

Renata Costa, quinta candidata da CDU pela círculo eleitoral de Aveiro

A CDU apresentará, a seu tempo, a totalidade da sua lista pelo círculo eleitoral de Aveiro, na certeza de que, independentemente da sua origem geográfica - e como é apanágio da CDU - todos os candidatos estarão em condições de defender os interesses da população e dos trabalhadores não apenas de Ovar mas todo o distrito de Aveiro, bem como de uma política alternativa, patriótica e de esquerda para o País.

Por fim, as forças que compõem a CDU continuarão a pugnar por uma campanha de verdade, de equidistância dos meios de comunicação social e pelos princípios de tratamento igual perante as diversas candidaturas, opondo-se terminantemente que qualquer clima de bipartidarismo seja imposto aos eleitores.

 
PIC-NIC/Convívio CDU | Domingo 9/Agosto, 11h » 17h PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Coordenadora de Ovar da CDU (PCP-PEV)   
Terça, 04 Agosto 2015 15:59

PIC-NIC/Convívio CDU | Domingo 9/Agosto, 11h » 17h | PARTICIPA!

 
PCP questiona Câmara Municipal sobre ausência de soluções para o Bairro do SAAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 30 Julho 2015 21:55

PCP questiona Câmara Municipal sobre ausência de soluções para o Bairro do SAAL

Procurando uma solução construtiva para o grave problema estrutural e social a que está votado o Bairro do SAAL em Cortegaça, o PCP apresentou, na sessão de Abril da Assembleia Municipal, uma moção aprovada por unanimidade e que determinava que a Câmara Municipal:

- Tome as diligências necessárias para efectuar uma avaliação das patologias estruturais e específicas dos edifícios;
- Planeie e orçamente, em sede de revisão orçamental, uma resposta célere aos casos mais urgentes;
- Tome as diligências necessárias para estudar uma solução em conjunto com os moradores, que respeite o montante entregue por estes à CMO na sequência do protocolo assinado em 2004

Mais de três meses passados, e em visita ao Bairro do SAAL, sucessivas delegações do PCP foram constatando com os moradores a total ausência de contactos quer da Câmara Municipal, quer da Junta de Freguesia.

Ao mesmo tempo, e apesar de terem sido já aprovadas duas revisões orçamentais pela CMO neste período de tempo, o PCP verifica que nenhuma delas contemplou qualquer intervenção neste Bairro!

Perante o imobilismo da autarquia, e visando o cumprimento efectivo do deliberado em sede de Assembleia Municipal, o PCP enviou já um requerimento à Câmara pedindo esclarecimentos sobre o real ponto da situação.

Num momento em que a CMO se vangloria de investimentos avultados no "imaterial", o PCP não pode deixar de lembrar estamos num concelho em que o material - isto é, a habitação, a salubridade, a água, o saneamento, as condições de vida - ainda constituem grandes carências de muitas comunidades e como tal não podem ser deixadas para segundo plano.

O PCP sublinha que a mobilização do moradores deste Bairro será determinante para que a Câmara Municipal passe de meras palavras aos actos. Apenas a pressão popular dos moradores junto da autarquia poderá conduzir ao necessário diálogo, essencial para que se encontrem soluções para os graves problemas de habitabilidade que vive este bairro há décadas, perante a impassibilidade de sucessivos autarcas.


Requerimento


Requerimento

Assunto: Bairro do SAAL em Cortegaça
Destinatário: Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Ovar

Exmo. Senhor Presidente:


O Bairro do SAAL foi a concretização em Cortegaça do projecto SAAL que, após a Revolução de Abril procurou dar dar rapidamente condições da habitabilidade a milhares de famílias portuguesas.

Em 2004, e ao abrigo de um protocolo entre a Câmara Municipal de Ovar, a Junta de Freguesia e a Associação de Moradores, foi saldada uma dívida remanescente dos moradores com o FFH (à data, Instituto Nacional de Habitação). Nesse mesmo protocolo a CMO comprometia-se a avançar com o projecto do Conjunto habitacional da Praia de Cortegaça – segunda fase. Projecto que nunca avançou.

Entretanto, ao longo dos anos as intempéries foram acumulando danos estruturais no edificado, sendo que muitas das casas não cumprem com critérios essenciais de habitabilidade. Várias delegações do PCP estiveram nos últimos meses e por várias ocasiões de visita ao bairro onde se pôde comprovar a grande deterioração dos tectos, nos pisos, nas paredes, havendo inclusivamente casas onde chove no Inverno. Nestas visitas foram também detectados casos a necessitar de avaliação social urgente por parte dos serviços da Câmara, conforme referimos em sede de Assembleia Municipal.

Sendo este um problema complexo, urge encontrar rapidamente uma solução que, seja igual ou diversa daquela encontrada em 2004, seja tomada em diálogo e concordância com os moradores. Foi neste sentido que o PCP apresentou, na sessão de 1 de Abril da Assembleia Municipal, uma moção aprovada por unanimidade e que determinava que a Câmara Municipal:

  • Tome as diligências necessárias para efectuar uma avaliação das patologias estruturais e específicas dos edifícios;
  • Planeie e orçamente, em sede de revisão orçamental, uma resposta célere aos casos mais urgentes;
  • Tome as diligências necessárias para estudar uma solução em conjunto com os moradores, que respeite o montante entregue por estes à CMO na sequência do protocolo assinado em 2004


Mais de três meses passados, e em visita ao Bairro do SAAL, o PCP constatou que os moradores ainda não foram contactados nem pela CMO, nem pela Junta de Freguesia. Igualmente não temos conhecimento de qualquer intervenção orçamentada em sede de revisão orçamental.

Assim, visando o cumprimento efectivo do deliberado na Assembleia Municipal de Ovar e ao abrigo do seu Regimento, solicito as seguintes informações junto do Exmo. Executivo da Câmara Municipal de Ovar:

  1. Qual a avaliação da Câmara Muncipal relativamente aos problemas estruturais e sociais que se vivem neste Bairro?
  2. Pretende a CMO proceder este ano às obras mais urgentes, antes do início do Inverno?
  3. Tenciona a CMO reunir com estes moradores a fim de encontrar, em conjunto com estes uma solução permanente para este problema?
  4. Tem estudado a CMO possíveis soluções para este problema?


Agradecendo a atenção dispensada, despeço-me com os melhores cumprimentos.

O deputado municipal do PCP
Miguel Jeri

 
PCP questiona o Governo sobre o despedimento colectivo da Tovartex e sua deslocalização para a Sérvia PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 27 Julho 2015 12:31

Diana Ferreira, deputada do PCP

O PCP tomou conhecimento da decisão da empresa Tovartex/Falke de proceder novamente ao despedimento colectivo de mais 176 trabalhadores ea deslocalização da empresa para a Sérvia. Face a esta grave situação social que afectará os trabalhadores da empresa e suas famílias, o Grupo Parlamentar do PCP, através da sua deputada Diana Ferreira, questiona o Governo sobre quais as medidas que pretende tomar para evitar o despedimento colectivo e a deslocalização da empresa, bem como sobre os fundos que lhe foram atribuídos ao longo dos anos.

O PCP solidário com os trabalhadores, apela à mobilização em luta pelos direitos e defesa dos seu postos de trabalho!


PERGUNTA PARLAMENTAR


PERGUNTA PARLAMENTAR


Assunto: Despedimento Colectivo na Tovartex, em Ovar (Aveiro)
Destinatário: Min. da Solidariedade, Emprego e Segurança Social


Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da República


O Grupo Parlamentar do PCP tomou conhecimento que a Tovartex, uma empresa alemã da indústria têxtil, pertença da multinacional alemã FALKE, localizada em Ovar há mais de 30 anos, irá proceder ao despedimento coletivo de 177 trabalhadores dos 235 ainda existentes, deslocalizando parte significativa da sua produção para a Sérvia.

Estes 177 trabalhadores juntam-se aos mais de 50 despedidos em 2013, aos 116 em 2012, nesta que é uma empresa que já empregou cerca de 700 trabalhadores, e que, de forma progressiva, tem vindo, nos últimos anos, a extinguir centenas de postos de trabalho, num caminho traçado do seu próprio desaparecimento, atirando para o desemprego centenas de trabalhadores, de forma direta e indireta.

A administração “justifica” este despedimento coletivo com a necessidade de reduzir custos em cerca de 60%, informando ainda que esta é uma decisão da “empresa-mãe” (FALKE), que pretende deslocalizar esta fábrica para a Sérvia. O PCP considera absolutamente inaceitável que sejam os trabalhadores a pagar por uma situação que não criaram. São os trabalhadores, muitos com mais de 20 anos de casa, e na sua generalidade com baixos salários, que geram a riqueza da empresa e que, com o seu trabalho, deram e continuam a dar muitos lucros à administração e à multinacional em questão.

Importa referir ainda que o encerramento desta empresa significará mais desemprego, mais pobreza e terá impactos muito negativos na economia local.
O Grupo Parlamentar do PCP teve ainda a informação que esta multinacional recebeu, por diversas vezes, fundos comunitários e apoios financeiros da parte de governos do PS, PSD e CDS, o que, face à realidade de sucessivos despedimentos efetuados nos últimos anos, assume maior gravidade.
As opções políticas de sucessivos governos do PS, PSD e CDS, dos seus PEC’s e Pacto de Agressão, têm permitido que os grandes grupos e o patronato se “sirvam” dos trabalhadores para acumularem a riqueza, “descartando-os” quando entendem necessário e pretendem manter ou aumentar lucros.

O PCP rejeita firmemente este caminho de exploração, de baixos salários e empobrecimento dos trabalhadores e do Povo, e manifesta a sua total solidariedade com os trabalhadores da Tovartex e com as lutas que venham a desenvolver na defesa dos seus postos de trabalho.

O PCP assume o seu compromisso de defesa da produção nacional e dos direitos dos trabalhadores e de combate à precariedade e aos baixos salários.

Face ao exposto, considerando a necessidade imperiosa de defesa da produção nacional, dos postos de trabalho em causa, dos direitos destes trabalhadores, bem como da importância desta empresa para o concelho e o distrito, e ao abrigo das normas legais e regimentais aplicáveis, solicitamos ao Governo que, por intermédio do Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social nos envie os seguintes esclarecimentos:

1. Tem o Governo conhecimento desta situação?
2. Que medidas pretende o Governo tomar para impedir a deslocalização da Tovartex para a Sérvia?
3. Que medidas pretende o Governo tomar para garantir a manutenção dos postos de trabalho em causa?
4. Confirma o Governo que esta empresa beneficiou de fundos do Estado e fundos comunitários?
5. Nos últimos dez anos que fundos foram atribuídos português à Tovartex? Quais os valores em cada ano, com que objectivo e quais os Ministérios que os atribuíram?
6. Que ações inspetivas realizou a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) à Tovartex nos últimos dez anos? Quais os resultados e apuramentos de cada uma dessas ações inspetivas?


Palácio de São Bento, quarta-feira, 22 de Julho de 2015
Deputado(a)s
DIANA FERREIRA(PCP)

 
PCP denuncia inaceitável tentativa de novo despedimento colectivo e liquidação da Tovartex/Falke em Ovar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 22 Julho 2015 15:06

Tovartex em Ovar

É com bastante preocupação que a Comissão Concelhia de Ovar do PCP tomou conhecimento da decisão da Tovartex, empresa multinacional alemã do sector têxtil, instalada na cidade de Ovar há mais de 33 anos, proceder a mais um despedimento colectivo, desta vez, atingindo 177 trabalhadores, dos 235 que tem ao serviço neste momento. Isto constitui mais de 75% dos postos de trabalho e o início da liquidação de facto da empresa no nosso concelho.

Desde há muito que o PCP vem denunciando esta atitude inaceitável, com dramáticas consequências sociais para o concelho, da parte de uma empresa que tem lucros e volume de encomendas para prosseguir a laboração.

O PCP relembra que esta empresa já empregou cerca de 700 trabalhadores, e foi sempre com a argumentação das dificuldades económicas e dos custos de produção que, em processos faseados, tem avançado com acordos e despedimentos colectivos que, ao longo dos anos, já atingiram cerca de 600 trabalhadores da produção. Em todos os momentos, o único objectivo foi fazer caminho para fechar as instalações desta unidade produtiva e deslocalizá-la para a Sérvia.

Conforme carta enviada às operárias atingidas por este despedimento colectivo, a filiar de Ovar refere que “A gerência da Tovartex nada pode fazer contra esta decisão pois que depende em exclusivo das decisões da sua dona e da produção que esta lhe coloca”. Porém, a verdade é que esta multinacional recebeu, por diversas vezes, fundos comunitários e apoios financeiros da parte de sucessivos governos PS/PSD/CDS, e sempre teve como propósito máximo obter aumentos dos seus lucros através da exploração dos seus trabalhadores, à custa de baixos salários.

O PCP sublinha que os sucessivos governos PS/PSD/CDS não estão isentos de responsabilidade nestas situações. Sempre que os ministérios da tutela foram confrontados pelas diversas perguntas do Grupo Parlamentar do PCP escolheram fazer vista grossa, sendo coniventes com os objectivos pretendidos pela administração da Tovartex. Da mesma forma, é bom lembrar que o PCP fez sempre uso de todos os espaços ao seu dispor – Assembleia Municipal e Parlamento Europeu – para expor esta situação gritante.

O PCP apela aos trabalhadores que se unam e junto com as suas estruturas representativas tomem todas as medidas para impedir esta manobra, pois ela não é um facto consumado e dependerá da luta de todos os trabalhadores da empresa impedir que se concretize.

Como sempre, os trabalhadores sabem que podem contar com o PCP para estar ao seu lado na luta e exigir dos responsáveis – administração e Governo – o tratamento correcto dos trabalhadores e a defesa dos interesses do Povo e do País.

 
PCP defende diálogo com os moradores para solucionar situação do Bairro do SAAL PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Terça, 21 Julho 2015 21:55

Dinis Silveira e Miguel Jeri estiveram com moradores do Bairro do SAAL

O PCP, através do seu deputado municipal, Miguel Jeri, apresentou na última Assembleia Municipal uma moção em defesa do Bairro do SAAL, visando soluções para os graves problemas habitacionais que se debatem os seus moradores.

O Bairro do SAAL foi a concretização em Cortegaça do projecto SAAL que, após a Revolução de Abril e nos mais diversos pontos do país, procurou dar dar rapidamente condições da habitabilidade a dezenas de milhar de portugueses que viviam nas mais precárias condições durante a ditadura fascista. Este foi um projecto financiado pelo então Fundo de Fomento à Habitação (FFH), e desenvolvido graças ao empenho das populações e articulado com equipas de arquitectos.

Em 2004, e ao abrigo de um protocolo entre a Câmara Municipal de Ovar, a Junta de Freguesia e a Associação de Moradores, foi saldada uma dívida remanescente dos moradores com o FFH (à data, Instituto Nacional de Habitação). Nesse mesmo protocolo a CMO comprometia-se a avançar com o projecto do Conjunto habitacional da Praia de Cortegaça – segunda fase. Projecto que nunca avançou.

Entretanto, ao longo dos anos as intempéries foram acumulando danos estruturais no edificado, sendo que muitas das casas não cumprem com critérios essenciais de habitabilidade. Várias delegações do PCP estiveram nos últimos meses e por várias ocasiões de visita ao bairro onde se pôde comprovar a grande deterioração dos tectos, nos pisos, nas paredes, havendo inclusivamente casas onde chove no Inverno. Nestas visitas foram também detectados casos a necessitar de avaliação social urgente por parte dos serviços da Câmara.

Dinis Silveira e Miguel Jeri estiveram com moradores do Bairro do SAAL

Sendo este um problema complexo, urge encontrar rapidamente uma solução que, podendo ser igual ou diversa daquela encontrada em 2004, seja tomada em diálogo e concordância com estes. Foi neste sentido que o PCP apresentou, na sessão de Abril da Assembleia Municipal, uma moção aprovada por unanimidade e que determinava que a Câmara Municipal:

  • Tome as diligências necessárias para efectuar uma avaliação das patologias estruturais e específicas dos edifícios;
  • Planeie e orçamente, em sede de revisão orçamental, uma resposta célere aos casos mais urgentes;
  • Tome as diligências necessárias para estudar uma solução em conjunto com os moradores, que respeite o montante entregue por estes à CMO na sequência do protocolo assinado em 2004

Mais de três meses passados, e em visita ao Bairro do SAAL, o PCP constatou que os moradores ainda não foram contactados nem pela CMO, nem pela Junta de Freguesia.

Assim, visando o cumprimento efectivo do deliberado em sede de Assembleia Municipal, o PCP enviará um requerimento à Câmara pedindo esclarecimentos sobre o real ponto da situação.

O PCP exorta a população do Bairro de SAAL a mobilizar-se e pressionar a autarquia para que os problemas de habitabilidade deste bairro tenham uma solução à vista o mais rapidamente possível.


Moção apresentada pelo PCP na Assembleia Municipal de 1 de Abril de 2015


Fotografias

Dinis Silveira e Miguel Jeri estiveram com moradores do Bairro do SAAL

Dinis Silveira e Miguel Jeri estiveram com moradores do Bairro do SAAL

 
PCP apresenta Projecto de Resolução em que recomenda ao Governo que assegure a gestão pública das Pousadas da Juventude PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 15 Junho 2015 10:29

Na sequência das tomadas de posição da Comissão Concelhia de Ovar do PCP, quanto ao processo de concessão/privatização da Pousada da Juventude e de "lay-off", o Grupo Parlamentar do PCP apresentou na Assembleia da República um Projecto de Resolução em que recomenda ao Governo que assegure a gestão pública das Pousadas de Juventude, o qual abaixo transcrevemos:


PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

GRUPO PARLAMENTAR

Projeto de Resolução nº 1509/XII/4ª

Recomenda ao Governo que assegure a gestão pública das Pousadas da Juventude


O Governo PSD/CDS decidiu concessionar a gestão de 25 pousadas das 40 atualmente detidas pela Movijovem, lançando um concurso público para a concessão de mais 14 pousadas, sendo que entre estas se encontram cinco das mais lucrativas da rede: Lisboa, que em 2010 teve um lucro efetivo de 416.726,02 euros; Vilarinho das Furnas, que em 2010 teve de lucro efetivo 73.371,54 euros; Lagos, que em 2010 teve de lucro efetivo 58.983,70 euros; Areia Branca, que em 2010 teve de lucro efetivo 48.269,44 euros e Penhas da Saúde que em 2010 teve de lucro efetivo 47.631,26 euros. Só nestas cinco unidades, no ano 2010, a Movijovem obteve um lucro de 644.981,96 euros, tendo no mesmo ano registado o marco histórico de 500 mil dormidas.

O PCP não ignora que a Movijovem tinha, no final de 2010, um passivo de 16 milhões de euros. Mas é um passivo que resulta de opções erradas de governos anteriores, que apostaram na construção de novas pousadas e na reformulação das pousadas existentes, que priorizaram estudos e contratos ruinosos, e o crescimento de serviços centrais sobredimensionados (que chegaram a ter 70 trabalhadores a absorver mais de 2,5 milhões de euros).

Numa primeira fase o Governo tentou liquidar a Movijovem e, em paralelo, cortou e congelou os salários dos trabalhadores, retirou direitos e reduziu investimentos em serviços essenciais. Desde 2011 que se regista uma redução de 170.000 dormidas nas pousadas.

Desde que o Governo PSD/CDS anunciou, em Agosto de 2011, a decisão de entregar a privados as Pousadas da Juventude, que o PCP e a JCP afirmaram a sua total oposição a este processo de concessão/privatização destes equipamentos, por entenderem que coloca em causa a sua missão específica, a sua qualidade e os preços praticados.

Após esta decisão, foram encerradas várias Pousadas de Juventude: Leiria, Guarda, Portalegre, Setúbal, Vila Real e Navio Gil Eanes. As Pousadas de Ovar, Ponte de Lima, S. Martinho do Porto, S. Pedro do Sul, Alcoutim, Aljezur, Almograve, Alvados, Espinho, Lousã, Melgaço,  Abrantes, Alijó, Braga, Foz do Cávado estiveram temporariamente encerradas e entraram mesmo em “lay-off”.

Se estas pousadas não tinham as condições materiais adequadas, deveriam ter sido dotadas de tais equipamentos e não encerradas deliberadamente. Estas pousadas desempenham um papel determinante como instrumentos de coesão social e territorial, para além de constituírem fatores de desenvolvimento económico e social para estes distritos.

Importa relembrar que a Rede Nacional de Pousadas da Juventude corresponde a um investimento público importante, e que agora o Governo oferece aos privados para obtenção de lucro.

Esta decisão é inseparável de uma política mais profunda de privatização de serviços públicos e desmantelamento das funções sociais do Estado, para favorecimento dos grupos económicos, através da criação de áreas de negócio lucrativas.

Sempre exigimos o princípio de uma gestão pública adequada, que tivesse em conta as características e missão específicas destes equipamentos, o público-alvo a que se destina e o cumprimento integral dos direitos dos trabalhadores das Pousadas da Juventude.

A existência de uma Rede Nacional de Pousadas da Juventude deve representar uma oportunidade para fomentar, a custos acessíveis, a mobilidade dos jovens no território nacional e, com isto, o direito ao lazer, à cultura e ao desporto.

O PCP reafirma a sua oposição ao processo de entrega das pousadas da juventude a privados, defendendo a necessidade de valorização do papel destes equipamentos, a garantia das condições materiais e humanas adequadas ao seu funcionamento, bem como a salvaguarda de todos os postos de trabalho e direitos dos profissionais.


A Assembleia da República, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição da República Portuguesa, resolve recomendar ao Governo que:

Assegure a gestão pública de todas as pousadas de juventude, a salvaguarda de todos os postos de trabalho diretos e indiretos e o respeito integral dos direitos dos trabalhadores.

Assembleia da República, 4 junho de 2015

Os Deputados,

RITA RATO; LURDES RIBEIRO; DIANA FERREIRA; JOÃO OLIVEIRA; ANTÓNIO FILIPE; JOÃO RAMOS; CARLA CRUZ; PAULO SÁ; PAULA SANTOS; DAVID COSTA; FRANCISCO LOPES; BRUNO DIAS

 
PCP alerta para a degradação do passadiço de madeira no Furadouro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quarta, 03 Junho 2015 17:26

A comissão de freguesia de Ovar do PCP alerta para o avançado estado de degradação do passadiço de madeira e restantes estruturas de apoio à preservação das dunas existentes a norte da praia do Furadouro, neste início da época balnear. Uma situação que já se arrasta ao longo dos últimos anos, apesar da construção de uma nova estrutura no extremo a norte da praia. O deplorável estado em que esta estrutura de apoio pedonal se encontra representa um perigo a todos os utentes, e em especial para as crianças, devido à falta de manutenção e incúria das entidades responsáveis pela sua manutenção, para além de não providenciar à praia acessos seguros. Constatamos também para a total ausência de sinalética informativa sobre a correcta fruição daquela área lançando o veraneante para um estado de incerteza sobre a sua utilização, incerteza esta que serve mais a quem tem responsabilidades nesta matéria mas que na verdade não as quer assumir. Consideramos crucial que se definam regras bem claras para este problema. No entanto, não deixamos de apelar ao bom senso para que se evite o uso indevido do zona das dunas como área para a prática de actividades de veraneio, área essa que representa o habitat de espécies fundamentais para a fixação das areias, assim como a inexistência de quaisquer locais onde os transeuntes possam depositar o lixo.

Estruturas degradadas

Passadiço perigoso

Acesso degradado

Poste perigoso
 
PCP em contactos com população do concelho durante Jornada Nacional "Não ao declínio nacional, soluções para o país!" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Terça, 19 Maio 2015 14:15

Militantes do PCP estiveram no corrente mês à porta de diversas empresas do concelho de Ovar, locais de trabalho e outros locais públicos, no âmbito de uma jornada nacional de propaganda e esclarecimento. Nas sucessivas iniciativas foi distribuído o documento "Não ao declínio nacional! Soluções para o País", no qual são apresentadas propostas do PCP para solucionar os problemas do País e melhorar as condições de vida dos portugueses e dos trabalhadores, das quais se destacam:

  • Renegociação da dívida, nos seus montantes, juros e prazos;
  • Promoção e valorização da produção nacional e na criação de emprego;
  • Recuperação para o controlo público de sectores e empresas estratégicas, designadamente do sector financeiro;
  • Valorização dos salários, pensões e rendimentos dos trabalhadores;
  • Defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, designadamente dos direitos à educação, à saúde, à protecção social, à cultura;
  • Uma política fiscal que desagrave a carga sobre os rendimentos dos trabalhadores e das micro, pequenas e médias empresas e tribute fortemente os rendimentos e o património do grande capital, os seus lucros e a especulação financeira;
  • Na rejeição da submissão às imposições do Euro e da União Europeia, recuperando para o País a sua soberania, económica, orçamental e monetária.



Toyota em Ovar

Bi-Silque em Esmoriz


Num clima de boa receptividade e interesse demonstrado pelos trabalhadores e população nas sucessivas iniciativas do PCP, foi possível auscultar as crescentes e múltiplas preocupações relacionadas com a precariedade laboral, ritmos aumentados de trabalho, cortes nos salários e trabalho extraordinário, cortes nas pensões e reformas, a falta de emprego e falta de perspectivas de futuro, resultado das políticas de direita de governos das cores do PS, PSD e CDS.

Perante este quadro de declínio nacional, o PCP afirma-se um Partido pronto a assumir todas as responsabilidades que o povo português decida atribuir-lhe, na luta pela ruptura com a política de direita, na construção de uma política patriótica e de esquerda no Governo do País.

Mercado de Ovar

Mercado de Ovar foto participantes




 
Comissão de Freguesia de Ovar do PCP reúne com a Sociedade Musical Boa União PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Segunda, 04 Maio 2015 18:28

Na linha de contactos que o PCP vem efectuando com o movimento associativo do Município de Ovar, uma nossa delegação reuniu com a centenária Sociedade Musical Boa União, no passado dia 22 de Abril de 2015.

Foi uma proveitosa sessão de trabalho, onde se trocaram pontos de vista sobre a importância social e cultural da actividade desenvolvida por aquela Associação, reconhecida com o estatuto de Instituição de Utilidade Pública.

A delegação do PCP tomou conhecimento das dificuldades vividas pela “Boa União”, devido aos poucos recursos financeiros de que dispõe para a prossecução dos seus objectivos, nomeadamente no tocante a fardamentos (alguns já com mais de 20 anos) e à qualidade e desgaste dos instrumentos musicais. Apesar destes constrangimentos, a Associação mantém activa uma classe de formação e aperfeiçoamento em música, frequentada por cerca de 40 elementos, totalmente gratuita. Estes, após um período de aprendizagem, passam a integrar a banda, constituída, actualmente, por perto de 60 instrumentistas. Da “escola da Boa União” têm saído músicos com grande qualidade que prosseguiram a carreira musical.


Reunião Sociedade Musical Boa União

No entanto – e apesar de preocupada com a evolução qualitativa da sua banda filarmónica – a Direcção da “Boa União” segue uma via fortemente inclusiva, promovendo o acesso universal à sua “escola”, pelo que não usa como factor de selecção o talento inato dos candidatos. Com esta opção, exerce um insubstituível papel de inclusão social, sobretudo junto dos jovens.

A Sociedade Musical Boa União é apoiada financeiramente pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia, mediante protocolos firmados com estas entidades.

O PCP comprometeu-se a acompanhar a evolução das questões levantadas, defendendo a equidade no tratamento de todos os agentes associativos e a necessidade de ser promovido o diálogo entre as diversas associações culturais e artísticas do Município, no sentido de desenvolver sinergias entre elas.


Banda da Sociedade Musical Boa União treinando

 
Encontro da CDU dos concelhos de Ovar e da Murtosa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Comissão Concelhia de Ovar do PCP   
Quinta, 23 Abril 2015 08:24

Encontro CDU Ovar Murtosa

Decorreu na passada sexta-feira 17 de Abril, no auditório da Junta de Freguesia de Ovar, o Encontro da CDU dos Concelhos de Ovar e da Murtosa. O evento, que reuniu militantes, simpatizantes e amigos da CDU destes concelhos, surge num momento em que se aproxima uma importante batalha eleitoral na qual se abrem novas possibilidades de inverter o rumo de desastre a que em sido conduzido o país e que tem vindo a destruir a vida de milhões de portugueses

O debate foi moderado por Dinis Silveira, da Comissão Concelhia de Ovar do PCP, sendo a mesa constituída por Miguel Viegas, deputado eleito pela CDU para o Parlamento Europeu, Miguel Jeri, eleito do PCP na Assembleia Municipal de Ovar, e Carlos Pinho, da Comissão Concelhia da Murtosa do PCP.

Na intervenção inicial, Miguel Viegas, fez uma síntese da situação preocupante que assola todo o País - empobrecimento dos trabalhadores e das populações, desemprego, degradação da economia, emigração, serviços públicos e direitos sociais amputados - e que é o corolário da acção da política de direita imposta por sucessivos governos sob a responsabilidade de PS, PSD e CDS, e agravada nestes últimos anos com a política dos PEC do Governo PS e do Pacto de Agressão com a troika estrangeira, subscrito pelos mesmos partidos.

Neste contexto, é absolutamente necessária a luta por uma política alternativa, patriótica e de esquerda, capaz de responder aos problemas do País e às aspirações dos trabalhadores e do povo. Uma política baseada: na renegociação da dívida; na promoção e valorização da produção nacional e na criação de emprego; na recuperação para o controlo público de sectores e empresas estratégicas, designadamente do sector financeiro; na valorização dos salários, pensões e rendimentos dos trabalhadores e do povo; na defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, designadamente dos direitos à educação, à saúde e à protecção social; numa política fiscal que desagrave a carga sobre os rendimentos dos trabalhadores e das micro, pequenas e médias empresas e tribute fortemente os rendimentos e o património do grande capital, os seus lucros e a especulação financeira; na rejeição da submissão às imposições do Euro e da União Europeia, recuperando para o País a sua soberania, económica, orçamental e monetária.


Encontro CDU

Na intervenção seguinte, focada na actividade a nível local, Miguel Jeri começou por realçar a coerência da CDU, que se distingue das restantes forças políticas pelo seu compromisso de sempre com os trabalhadores e o povo, independentemente deste ou daquele governo e sem espaço para oportunismos ou contradições. Seguidamente, sintetizou a actividade no concelho, realçando a luta contra a privatização da ERSUC/EGF; contra a privatização da água; a defesa do Hospital de Ovar, dos CTT e da Pousada da Juventude enquanto equipamentos públicos; a defesa intransigente dos trabalhadores do concelho e dos seus direitos laborais, dos moradores dos bairros e do seu direito à habitação digna; a luta contra a municipalização da educação e da saúde. Situações nas quais o PSD local, longe de vestir a camisola do município, preferiu sempre vestir a camisola do governo - o que por si só reforça a importância da CDU para uma verdadeira alternativa no concelho.

Seguiu-se a intervenção de Carlos Pinho, que incidiu sobre os problemas específicos da Murtosa, nomeadamente falta de investimento público, realçando a necessidade de, no debate para as eleições legislativas, não se desligar as questões locais das questões nacionais, uma vez que as dificuldades vividas localmente decorrem em larga escala das opções governamentais dos partidos do "arco da troika".

Da parte do público, houve ainda espaço para variados comentários, questões e contributos dos militantes e amigos, sobre os mais variados temas. Coube por fim a Miguel Viegas a intervenção de encerramento, terminando o debate num enorme sentimento de confiança e mobilização para a necessária batalha do esclarecimento, com a certeza de que sim, será possível fazer crescer ainda mais a CDU!

Encontro CDU Ovar Murtosa

 
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